Sem adversário, Ricardo Lamas foi tirado do card do UFC 162 que rolará no dia 06 de julho.
O duelo entre Mark Munoz e Tim Boestch foi promovido ao card principal.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Chris Weidman conta os dias para Anderson Silva
Chris Weidman mostrou estar bem ansioso para a luta contra Anderson
Silva no UFC 162, dia 6 de julho, em Las Vegas, EUA. O americano, que
tentará tomar o cinturão peso-médio (até 84kg) do brasileiro, contou os
dias no Twitter e foi ao mesmo tempo confiante e respeitoso com o
Spider:
- 19 dias mais até eu me tornar campeão do mundo e vencer o melhor de todos os tempos (GOAT em inglês, ou seja, greatest of all times), Anderson Silva - escreveu, na noite dessa segunda-feira, quando ainda faltavam 19 dias (nesta terça são 18).
Aos 38 anos, Anderson tem um cartel de 16 vitórias em 16 lutas no UFC, sendo 11 por nocaute ou nocaute técnico, três por finalização e apenas duas por decisão dos jurados. Ele tem o recorde de defesas de cinturão, com dez, e vai tentar a 11ª contra Weidman, que por sua vez tem 29 anos e um cartel perfeito de nove vitórias em nove combates, sendo cinco deles no UFC.
Arma em pesagem gera polêmica e lutador se defende: 'Nada de violência'
O lutador de MMA Luiz Felipe "Bope" causou polêmica na pesagem do evento
Upper Fight 2, que ocorreu no fim de semana, em Teófilo Otoni-MG. O
atleta foi para a encarada com Gláucio Eliziário portando um fuzil de
paintball e com roupa de policial. Apesar do apelido, ele não é do Bope,
e sim da Polícia Militar de Minas Gerais. Após a repercussão negativa
nas redes sociais, Luiz Felipe se defendeu e disse ao Combate.com que a
atitude não teve "nada de mais":
- Entrei com o fuzil em referência ao apelido. A arma é de paintball e não estava carregada. Acho que não teve nada de mais. Fui respeitoso com o adversário. Só fiz referência ao apelido. Não tem nada de violência, nada disso. Entrei na luta desse jeito também, e a galera lá curtiu para caramba. Geral estava torcendo para mim. Só tive uma resposta boa do público - disse ele, que entrou ao som da música Tropa de Elite, associada ao Bope.
Luiz Felipe 'Bope' (D) encara Gláucio Eliziário no Upper Fight 2 (Foto: Reprodução / Blog do Olivar Leite)
Gláucio Eliziário discorda do adversário e acredita que a imagem de Luiz Felipe segurando um fuzil na encarada, mesmo a arma sendo de paintball, é ruim para o esporte. O atleta da Nova União, por sinal, faz parte do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro e é guarda-vidas na praia da Barra:
- Achei que foi uma coisa ruim para o esporte. O MMA foi muito criticado tempos atrás e agora está sendo mais aceito pelas crianças e mulheres. Foi muito recriminado no passado. Para a pessoa que está passando a gostar do esporte, ver uma imagem daquela não foi uma parada muito legal. Claro que é o show, vende para o público, causa intimidação, mas no meu conceito não é legal. Muitos lutadores, como o Hernani Perpétuo e o Gustavo Ximu, não gostaram. Não gostei. Na luta isso não me intimidou. Sou bombeiro. Não tem como o cara entrar armado para lutar. Mas depois da luta ele veio falar comigo e pediu desculpa. Falei para ele que não foi legal.
A reportagem procurou também o Upper Fight, e quem falou em nome do evento foi o "announcer" e assessor de imprensa Olivar Leite. Assim como Gláucio, ele não aprovou a atitude de Luiz Felipe e definiu o episódio como "desnecessário e ridículo":
Qualquer tipo de coisa que faça a gente andar para trás não é legal. A gente passou por todo o processo. Acho desnecessária qualquer coisa que nos faça voltar"
Olivar Leite, representante do Upper Fight
- Quando ele chegou para a pesagem estava normal, de camiseta e bermuda. Aquilo foi uma surpresa para todo mundo. Na minha opinião pessoal, achei desnecessário e ridículo. Não ajuda em nada e só atrapalha. Sou totalmente contra qualquer coisa que faça menção à violência.
Segundo Olivar, o lutador ouviu a opinião da organização e mesmo assim quis repetir as vestimentas e o acessório na entrada para a luta. O experiente anunciador de eventos disse que não teve como impedi-lo:
- E isso depois de todo mundo falar que não foi legal. Não tinha nada a ver, e ele fez de novo. Tem gente que entra de máscara, de super-herói, esse momento é do lutador. Se quiser entrar assim, ele pode. A gente não pode impedir isso. O que a gente pode fazer é dizer que não concorda e aconselhar o lutador, mas não pode impedir. Acho desnecessário, mesmo sendo uma arma de paintball. O que poderia ser feito era isso. Falei para ele que não tinha nada a ver. A foto causou a maior polêmica quando coloquei no Facebook. Todos os meus amigos lutadores criticaram. Eu tenho 48 anos e venho lá de trás. Qualquer tipo de coisa que faça a gente andar para trás não é legal. A gente passou por todo o processo. Acho desnecessária qualquer coisa que nos faça voltar.
No fim das contas, o duelo, que foi válido pela categoria peso-leve (até 70kg) do Upper Fight, foi vencido por Gláucio Eliziário por decisão unânime dos jurados após três rounds.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Belfort, sobre disputar o título: 'Acho que eu fiz tudo o que era necessário'
Vitor Belfort
já achava que merecia disputar novamente o cinturão dos médios (até
84kg) antes mesmo de nocautear Luke Rockhold no primeiro round em
Jaraguá do Sul-SC, como declarou em entrevista ao Combate.com. Após bater o americano, no entanto, ele preferiu não entrar diretamente no assunto e afirmou, também à reportagem,
apenas que já se sentia detentor de um cinturão. Com a ideia mais
madura um mês depois do último duelo, Belfort agora voltou a dizer que
já fez o necessário para ganhar nova chance e se defendeu em relação à
venda de lutas:
- Todo mundo quer lutar pelo título, e eles querem chegar lá vendendo
lutas, escolhendo lutas, falando besteira no Twitter. Não estou dizendo
que eles estão errados. É um estilo. Não estou criticando ou julgando,
porque eu não tenho esse direito. Mas tenho o direito de trabalhar duro e
pedir às pessoas para reconhecerem esse trabalho. É assim que quero
chegar ao topo, e acredito que cheguei lá. Acho que eu fiz tudo o que
era necessário - disse ao site americano "MMA Junkie".
Na primeira oportunidade que teve, em fevereiro de 2011, Vitor foi
nocauteado pelo campeão da categoria, Anderson Silva. Desde então, fez a
festa na divisão: nocauteou Yoshihiro Akiyama no primeiro round,
finalizou Anthony Johnson, também no primeiro, e nocauteou Michael
Bisping no segundo assalto, antes de bater Rockhold. Sem pedir nada, ele
aguarda a posição do UFC:
- Dana White, Lorenzo Fertitta, eles são promotores, e eu os respeito
muito. Neste momento, não ouvi nada deles e não sei o que está
acontecendo, mas eu servi à organização muito bem. Estou lutando em
eventos princiais, vencendo lutas, chocando todo mundo. Estou lá, e eles
sabem disso. Agora é esperar para ver se fiz o suficiente.
O cinturão dos médios estará em disputa no UFC 162, em Las Vegas, dia 6
de julho, quando o Spider tentará defendê-lo pela 11ª vez consecutiva.
Vitor já declarou sua torcida pelo compatriota.
Pettis 'surta' após lesão: 'Estou no fim da fila em duas divisões de peso'
O lutador americano Anthony Pettis afirmou nesta
segunda-feira que está "surtando" desde que foi retirado da luta contra
José Aldo no UFC 163, ou UFC Rio 4, na semana passada, por causa de uma
lesão. No fim de semana, o peso-leve, que havia descido para o peso-pena
apenas para encarar o brasileiro, declarou que estaria curado a tempo
de lutar no UFC 164, no dia 31 de agosto, em Milwaukee, sua cidade
natal, local onde o campeão dos pesos-leves, Ben Henderson, enfrentará o
canadense TJ Grant. A afirmação foi como um ato de desespero de um
lutador que viu mais uma chance de disputar o título escapar pelas mãos.
Último campeão até 70kg do WEC, Pettis deveria enfrentar em
sua estreia no UFC, em 2011, o vencedor do duelo entre Frankie Edgar,
então campeão, e Gray Maynard no UFC 125, mas o combate terminou
empatado e Maynard recebeu direito à revanche. "Showtime" aceitou lutar
com Clay Guida para se manter em ritmo e acabou derrotado. Desde então,
retomou sua posição como desafiante número 1 com vitórias sobre Jeremy
Stephens, Joe Lauzon e Donald Cerrone, mas, em vez de esperar a luta
entre Henderson, novo campeão, e Gilbert Melendez em abril, pediu para
descer de categoria e enfrentar Aldo. No fim das contas, ficou sem um
nem outro.
- Estou preso no fim da fila novamente em duas categorias
de peso. Fiz de tudo na minha capacidade para fazer isso acontecer, o
UFC está cuidando do que é melhor para minha saúde, não posso reclamar
deles por isso. Não acredito que isso aconteceu, cara. Eu perdi outra
chance de cinturão que escorregou pelos meus dedos. Eu me sentia ótimo,
estou a poucas semanas da luta, provavelmente na melhor forma que já me
senti. Eu me sentia invencível nos treinos, estava tão afiado. Ver isso
acontecer é uma infelicidade. Eu não consegui dormir nos últimos dois
dias pensando no que aconteceria - contou Pettis, em entrevista ao
podcast "The MMA Hour".
O lutador americano relatou como aconteceu sua lesão, numa
sessão de treino improvisada no dia de sua última visita ao Rio de
Janeiro, para sessão de entrevistas à imprensa em divulgação do UFC 163,
que acontece no dia 3 de agosto.
- No último dia da coletiva de imprensa no Brasil, o UFC
nos levou para fazer um pouco de mídia e encontrar a imprensa local
brasileira. Eu e Phil Davis decidimos fazer um "rola", antes de
voltarmos ao avião, então fomos para a academia do meu treinador. Acho
que foi no último round, nos últimos cinco minutos, meu joelho ficou
preso numa posição estranha, e ouvi um estalo. Eu achei que estava tudo
bem, entrei no avião, e estourou. Tive de fazer uma ressonância
magnética e o UFC descobriu - lembrou Pettis, que foi substituído por
Chan Sung Jung, o "Zumbi Coreano", no evento do Rio.
O peso-leve comentou também sua declaração de que estaria pronto para
lutar no UFC 164. Pettis jurou que não queria prejudicar TJ Grant ou
roubar seu momento, mas expressou uma vontade de lutar em casa e muita
frustração por ter perdido outra chance de sair campeão.
- As palavras exatas do meu médico foram, "Em 3 de agosto, você estará
sentado em casa 100%", e eu pensei, "Droga, eu podia estar nessa luta".
Sabe, eu estou surtando, tentando arrumar um jeito de consertar isso e
olhando para todas as possibilidades, então você não pode me culpar por
tentar, sabe? É na minha cidade. TJ Grant mereceu sua chance e não vou
dizer que eu devia estar lutando ou que TJ Grant não merece. Ele mereceu
sua chance e está lá por uma razão, eu não quero que os fãs achem que
estou tentando tomar sua posição ou algo assim, mas ao mesmo tempo, não
podem me culpar por tentar. Eu quero tanto uma chance de título! - disse
o lutador, que se consultará com um médico apontado pelo Ultimate nesta
semana para receber uma segunda opinião.
Quanto ao seu futuro, Pettis deixou claro: só tem interesse em ficar entre os pesos-penas se for para enfrentar José Aldo. Se não receber nova chance, prefere subir de volta aos pesos-leves.
- A única pessoa que quero enfrentar no peso-pena é o José Aldo. Os fãs
vão dizer o que quiserem, "ele está fingindo uma lesão" e coisas assim.
Cara, eu quero essa luta tanto, estava mais empolgado que qualquer um
para essa luta. Eu senti que tenho o que é preciso para bater José Aldo.
Esta é a luta que quero. Não vou cortar o peso extra e fazer isso com
meu corpo por uma luta de desafiante número 1 ou algo assim.
Hendo descarta aposentadoria após nova derrota: 'Estou mais irritado'
Pela segunda vez seguida, Dan Henderson viu uma luta sua
ser decidida pelos jurados. E de novo quem teve o braço levantado foi o
adversário. No último sábado, no UFC 161, Hendo perdeu para Rashad Evans em Winnipeg (CAN).
Apesar da sequência de resultados ruins, o veterano de 42 anos garante
que não pensa em se aposentar. Pelo contrário, ele vai buscar motivação
nessas derrotas.
- Estou apenas um pouco mais irritado agora do que antes.
Mais chateado comigo mesmo do que qualquer outra pessoa. Eu não tenho
mais ninguém para culpar - disse Hendo ao canal americano "Fuel TV".
Sereno, Dan Henderson aproveitou para falar sobre o
resultado da luta de sábado. Assim como aconteceu quando foi derrotado
por Lyoto Machida no UFC 157, Hendo não concordou muito com o que os
jurados viram.
- Ele (Rashad Evans) lutou comigo. Não fugiu. Foi uma luta
apertada. Eu acho que ganhei, embora ele tenha mantido a pressão no
terceiro round e não tenha me deixado respirar. Ele fez um grande
trabalho - analisou Hendo.
A vitória de Rashad Evans sobre Dan Henderson
foi por decisão dividida. Dois dos jurados deram 29 a 28 para Rashad,
enquanto o terceiro apontou triunfo de Henderson pelo mesmo placar.
Dana diz que 'todos os lutadores' acham que Weidman vai bater Spider
Georges St-Pierre pode ser o mais empolgado em relação a Chris Weidman, mas não fica nem perto de ser o único a acreditar na vitória do americano sobre Anderson Silva
no UFC 162, dia 6 de julho, em Las Vegas, EUA. Pelo menos é o que
garante Dana White. O presidente do Ultimate disse que os lutadores em
geral estão apostando no a primeira derrota do Spider na organização:
- Todos os profissionais, quando você fala com todos os lutadores, cada
um com quem eu falei e que entrevistamos acredita que Weidman vai
vencê-lo (Anderson Silva). Georges St-Pierre
acha tanto que ele (Weidman) vai ganhar que não quis nem planejar
enfrentar o Anderson - afirmou, durante bate-papo com a imprensa em meio
às atividades do UFC 161, no Canadá.
Aos 38 anos, Anderson tem um cartel de 16 vitórias em 16 lutas no UFC,
sendo 11 por nocaute ou nocaute técnico, três por finalização e apenas
duas por decisão dos jurados. Ele tem o recorde de defesas de cinturão,
com dez, e vai tentar a 11ª contra Weidman, que por sua vez tem 29 anos e
um cartel perfeito de nove vitórias em nove combates, sendo cinco deles
no UFC.
Stipe Miocic se vê no top 10 dos pesados: 'Sei o quão bom eu sou'
Stipe Miocic teve sua invencibilidade na carreira quebrada
quando foi derrotado por Stefan Struve em setembro do ano passado. Mas
para quem passou a duvidar da qualidade do americano de ascendência
croata, a resposta veio no último sábado, no UFC 161. Miocic derrotou Roy Nelson, um dos lutadores com maior sequência de vitórias entre os pesos-pesados do UFC.
Fora da lista dos dez melhores lutadores da categoria,
Miocic considera que o triunfo sobre o "Gordinho do UFC" o credencia a
entrar no top 10.
- Eu sei o quão bom eu sou. Sei o que posso fazer nesta
divisão. Acredito que pertenço ao top 10 e mostrei isso contra Roy
Nelson. Eu tive uma derrota na última vez (contra Struve), mas tudo bem.
Foi uma pequena viagem. Não é grande coisa. Acho que todo mundo muda a
sua mentalidade após a sua primeira derrota, o correto é não deixar isso
tomar grandes proporções - declarou Miocic.
Em Winnipeg, Stipe Miocic dominou as ações por quase todo o combate,
com raros momentos de perigo por causa da mão pesada de Roy Nelson.
Todos os três jurados anotaram 30 a 27 a favor dele.
Rashad e mais cinco atletas recebem suspensão por tempo indeterminado
A Manitoba Combative Sports Commission, responsável por
fiscalizar o UFC 161, evento realizado no último sábado em Winnipeg
(CAN), divulgou nesta segunda-feira as suspensões médicas dos atletas
que participaram das lutas. Seis deles estão proibidos de treinar ou
lutar por tempo indeterminado, segundo informou o site "Bleacher
Report".
Entre eles está Rashad Evans. O ex-campeão meio-pesado do
Ultimate venceu Dan Henderson na luta principal do UFC 161, mas não se
livrou da suspensão. Também estão literalmente fora de combate Ryan
Jimmo, Pat Barry, Sam Stout, Edwin Figueroa e Dustin Pague. Os tipos de
lesões sofridas pelos atletas não foram revelados.
Todos os outros 16 lutadores que participaram do evento receberam
suspensões preventivas de 14 dias e não devem ter problemas para voltar
aos treinos em breve.
UFC Rio 4: John Lineker luta no card principal, e Ednaldo Lula abre evento
O peso-mosca John Lineker, que vem de duas vitórias seguidas no
Ultimate e vai enfrentar Phil Harris, ganhou a última vaga do card
principal do UFC Rio 4, que ocorre dia 3 de agosto, na Arena da Barra. A
organização divulgou oficialmente a ordem das lutas do evento, e os
outros quatro combates do card principal não são novidade. José Aldo,
Lyoto Machida e Demian Maia estavam confirmados, e Cezar Mutante, campeão peso-médio do primeiro TUF Brasil, já era esperado.
A luta de abertura do UFC Rio 4 será pela categoria peso-pesado.
Ednaldo Lula, que estreou com derrota para Gabriel Napão e desde então
vem acumulando lesões, encara o estreante americano Robert Drysdale, que
é filho de mãe brasileira e foi criado no Brasil. A seguir, veja o card
completo:
UFC 163 (UFC Rio 4)
3 de agosto de 2013, no Rio de Janeiro
3 de agosto de 2013, no Rio de Janeiro
CARD PRINCIPAL
José Aldo x Chan Sung Jung
Lyoto Machida x Phil Davis
Demian Maia x Josh Koscheck
Cezar Mutante x Clint Hester
John Lineker x Phil Harris
CARD PRELIMINAR
Vinny Magalhães x Anthony Perosh
Amanda Nunes x Sheila Gaff
Serginho Moraes x Neil Magny
Thales Leites x Tom Watson
Rani Yahia x Josh Clopton
Ian McCall x Iliarde Santos
Viscardi Andrade x Bristol Marunde
Ednaldo Lula x Robert Drysdale
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