sábado, 3 de janeiro de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
[Video] Jon Jones e Daniel Cormier quase saem na porrada no hotel
Ett filmklipp publicerat av Tyson Griffin (@tysongriffin)
"Talvez eu dê outra cabeçada em DC", diz Jones sobre pesagem do UFC 182
Jon Jones e Daniel Cormier protagonizaram uma briga no lobby do hotel e cassino MGM Grand em Las Vegas, em agosto passado. Pouco mais de quatro meses depois, os dois voltaram ao mesmo hotel, desta vez para os treinos abertos do UFC 182, que acontece neste sábado na cidade e que trará, na luta principal, o tão aguardado duelo entre eles. O tom de rivalidade entre os dois ainda é bastante intenso e, apesar de terem adotado uma postura mais profissional na semana do duelo, evitando provocações diretas, o campeão peso-meio-pesado do Ultimate acredita que as coisas podem esquentar novamente na pesagem do evento, que acontece nesta sexta-feira.- Eu ainda não encontrei com Cormier. Eu o vi quando estávamos indo fazer algumas entrevistas, passei por ele na sala, mas não chegamos perto um do outro. Eu não sei como será (quando ficar frente a frente com ele novamente). Tenho certeza de que as minhas emoções estarão à flor da pele, as dele também. Estou me sentindo um "macho alpha", então você nunca sabe o que pode acontecer. Talvez eu dê outra cabeçada nele. Você nunca sabe - declarou Jones.
Cormier já tinha dito no início da semana que poderia ir às "vias de fato" novamente, caso Jones o provocasse na pesagem. "Bones", no entanto, garante que tal animosidade não o acompanhará para dentro do octógono.
- Deixar a emoção para o lado de fora da jaula é algo que eu sou capaz de fazer. Muitos lutadores fazem isso. Eu nunca lutei com raiva, nunca tenho expressão nenhuma quando luto, e me orgulho disso. Acho que você tem que bloquear isso o máximo que puder. Eu sempre fiz isso e vou fazer novamente no sábado.
Recuperado de uma lesão no joelho, que fez com que o duelo contra "DC", anteriormente previsto para acontecer no UFC 178, em setembro, fosse adiado para este fim de semana, Jones revelou que passou por um período de apreensão durante a sua recuperação.
- No meu camp, eu estava preocupado, porque estava voltando de uma cirurgia no joelho e iniciando o camp, não sabia se estaria apto a fazer o que eu faço, que é correr nas montanhas, fazer sparring contra monstros. Eu estava preocupado no começo, mas a motivação me permitiu esquecer o joelho e voltar a ser criança. Eu encontrei uma nova fonte de energia e força e estou muito empolgado para entrar lá e lutar de novo. Me sinto como um garoto de 18 anos. Estou crescendo na frente de todo mundo, estou aprendendo e só posso dizer isso. Neste momento da minha carreira, eu me sinto muito livre, aceitando a mim mesmo e sendo quem eu sou.
Com um cartel de 20 vitórias e apenas uma derrota (por desclassificação), Jon Jones já fez sete defesas de título bem-sucedidas na divisão dos meio-pesados do UFC, foi o lutador mais jovem a conquistar o cinturão do Ultimate, aos 23 anos, e é considerado o melhor lutador peso-por-peso da organização. Mas ele ainda quer mais:
- O meu sonho é ser o maior de todos. Por que não? Eu acho que a minha confiança ofende muita gente, mas sinto que essas pessoas deveriam aprender com isso em vez de achar que é ofensivo. Por que não querer ser o maior de todos? Eu acredito no meu coração que sou um dos melhores lutadores do esporte, apenas por conta dos meus recordes. Fui um dos caras mais jovens a me tornar campeão, mas eu diria que ainda não sou o melhor. Acho que Anderson Silva e Georges St-Pierre fizeram coisas maravilhosas e ainda são caras nos quais me inspiro muito. Mas eu quero ser o melhor, quero ser o melhor lutador de todos os tempos, não só no MMA, mas como campeão. Há grandes campeões melhores que estão à minha frente, mas contanto que eu mantenha a minha mente focada nessa direção, eu posso acabar obtendo o mesmo sucesso. Eu tenho grandes sonhos - finalizou.
Cormier já tinha dito no início da semana que poderia ir às "vias de fato" novamente, caso Jones o provocasse na pesagem. "Bones", no entanto, garante que tal animosidade não o acompanhará para dentro do octógono.
- Deixar a emoção para o lado de fora da jaula é algo que eu sou capaz de fazer. Muitos lutadores fazem isso. Eu nunca lutei com raiva, nunca tenho expressão nenhuma quando luto, e me orgulho disso. Acho que você tem que bloquear isso o máximo que puder. Eu sempre fiz isso e vou fazer novamente no sábado.
Recuperado de uma lesão no joelho, que fez com que o duelo contra "DC", anteriormente previsto para acontecer no UFC 178, em setembro, fosse adiado para este fim de semana, Jones revelou que passou por um período de apreensão durante a sua recuperação.
- No meu camp, eu estava preocupado, porque estava voltando de uma cirurgia no joelho e iniciando o camp, não sabia se estaria apto a fazer o que eu faço, que é correr nas montanhas, fazer sparring contra monstros. Eu estava preocupado no começo, mas a motivação me permitiu esquecer o joelho e voltar a ser criança. Eu encontrei uma nova fonte de energia e força e estou muito empolgado para entrar lá e lutar de novo. Me sinto como um garoto de 18 anos. Estou crescendo na frente de todo mundo, estou aprendendo e só posso dizer isso. Neste momento da minha carreira, eu me sinto muito livre, aceitando a mim mesmo e sendo quem eu sou.
Com um cartel de 20 vitórias e apenas uma derrota (por desclassificação), Jon Jones já fez sete defesas de título bem-sucedidas na divisão dos meio-pesados do UFC, foi o lutador mais jovem a conquistar o cinturão do Ultimate, aos 23 anos, e é considerado o melhor lutador peso-por-peso da organização. Mas ele ainda quer mais:
- O meu sonho é ser o maior de todos. Por que não? Eu acho que a minha confiança ofende muita gente, mas sinto que essas pessoas deveriam aprender com isso em vez de achar que é ofensivo. Por que não querer ser o maior de todos? Eu acredito no meu coração que sou um dos melhores lutadores do esporte, apenas por conta dos meus recordes. Fui um dos caras mais jovens a me tornar campeão, mas eu diria que ainda não sou o melhor. Acho que Anderson Silva e Georges St-Pierre fizeram coisas maravilhosas e ainda são caras nos quais me inspiro muito. Mas eu quero ser o melhor, quero ser o melhor lutador de todos os tempos, não só no MMA, mas como campeão. Há grandes campeões melhores que estão à minha frente, mas contanto que eu mantenha a minha mente focada nessa direção, eu posso acabar obtendo o mesmo sucesso. Eu tenho grandes sonhos - finalizou.
Jeitinho brasileiro garante reforço da equipe Alpha Male para Rodrigo Damm no UFC 182
Rodrigo Damm vem enfrentando uma série de problemas em Las Vegas, cidade americana que receberá a edição 182 do UFC, neste sábado (3), em card que contará com a presença do brasileiro diante de Evan Dunham.
Com o vistos dos treinadores negados para entrarem no UFC e sem tempo hábil de recrutar parceiros que tivessem acompanhado seus treinos para a disputa, Damm chegou aos EUA acompanhado apenas da esposa e, por não falar inglês, foi salvo pelo famoso jeitinho brasileiro.
Num primeiro momento, em contato com Ricardo Liborio, líder da America Top Team, o capixaba recebeu atenção de Katel Kubis, um dos treinadores da equipe que coordenou durante a semana o treino de três atletas da equipe para o show.
“O Katel foi muito legal comigo e até puxou um treino para mim, mas ele está muito ocupado com os atletas dele. Acabou que o Pateta me abraçou como um irmão mesmo, e ele se ofereceu para ficar no meu corner”, explicou o agora aliviado veterano, se referindo ao carioca treinador da academia Alpha Male.
Sempre de sorriso largo, Fábio ‘Pateta’ Prado, que está acompanhado do enorme staff de seu time, que inclui nomes famosos do octógono como Urijah Faber, Joseph Benavidez e Danny Castillo (que também lutará no sábado), garantiu que poderá ajudar o brasileiro sem atrapalhar seu cronograma.
“No momento que vi ele, já lembrei do ‘Cara de Doido’, apelido dele das antigas. Conheço o Rodrigo faz anos, sou fã dele faz tempo e sempre vi suas lutas. Quando soube que ele estava sem corner, me ofereci, porque brasileiro sempre ajuda um ao outro. Seria impossível não ajudar nessa hora. Vou estar ali no corner lutando com ele da forma que for”, garantiu o treinador de jiu-jitsu.
Já no treino para perda de peso da última quinta-feira (1º), o participante da primeira temporada do TUF Brasil pôde contar com o acompanhamento de Pateta que entre conversas sobre histórias do passado, coordenou os exercícios feitos na sala de treinamento reservada pelo UFC.
“Lembra do Matheus Miranda? Cara sinistro, lutava muito. Virou médico”, lembrou o técnico do time americano enquanto colocava toalhas sobre Rodrigo que a essa altura se concentrava apenas para transpirar e perder peso.
“Lembra dos torneios em Campos? Nossa, lutei a minha vida toda lá”, lembrou aos risos o capixaba enquanto emendava mais uma história se anos atrás sobre o circuito competitivo de jiu-jitsu, passado que uniu os veteranos essa semana nos EUA.
“Ele está com um preparo mental muito bom. O adversário é duro e tem um estilo parecido. O Damm é atleta, um cara família, está focado. Ele já tem a estratégia dele vinda do Brasil, e tenho que respeitar o treinador dele e o camp feito. Vou tentar sentir a luta e me conectar o máximo que eu puder”, prometeu o ‘corner de última hora’.
Minutos depois, pouco antes do peso-leve (70 kg) terminar sua sessão de treinamento e cravar pouco mais de um quilo acima do peso pretendido para a pesagem oficial (marca dentro do cronograma), a sala do Hotel Cassino MGM foi tomada pela equipe Alpha Male, que com muita música e alto astral acabou fazendo coro ao auxílio ao brasileiro, sempre por intermédio de Pateta.
“Ontem a noite perguntei para os meus alunos e eles já conheciam o jogo dele [Dunham]. Recebi algumas informações que acho que podem ajudar o Rodrigo para essa luta”, deixou no ar o treinador.
Com o vistos dos treinadores negados para entrarem no UFC e sem tempo hábil de recrutar parceiros que tivessem acompanhado seus treinos para a disputa, Damm chegou aos EUA acompanhado apenas da esposa e, por não falar inglês, foi salvo pelo famoso jeitinho brasileiro.
Num primeiro momento, em contato com Ricardo Liborio, líder da America Top Team, o capixaba recebeu atenção de Katel Kubis, um dos treinadores da equipe que coordenou durante a semana o treino de três atletas da equipe para o show.
“O Katel foi muito legal comigo e até puxou um treino para mim, mas ele está muito ocupado com os atletas dele. Acabou que o Pateta me abraçou como um irmão mesmo, e ele se ofereceu para ficar no meu corner”, explicou o agora aliviado veterano, se referindo ao carioca treinador da academia Alpha Male.
Sempre de sorriso largo, Fábio ‘Pateta’ Prado, que está acompanhado do enorme staff de seu time, que inclui nomes famosos do octógono como Urijah Faber, Joseph Benavidez e Danny Castillo (que também lutará no sábado), garantiu que poderá ajudar o brasileiro sem atrapalhar seu cronograma.
“No momento que vi ele, já lembrei do ‘Cara de Doido’, apelido dele das antigas. Conheço o Rodrigo faz anos, sou fã dele faz tempo e sempre vi suas lutas. Quando soube que ele estava sem corner, me ofereci, porque brasileiro sempre ajuda um ao outro. Seria impossível não ajudar nessa hora. Vou estar ali no corner lutando com ele da forma que for”, garantiu o treinador de jiu-jitsu.
Já no treino para perda de peso da última quinta-feira (1º), o participante da primeira temporada do TUF Brasil pôde contar com o acompanhamento de Pateta que entre conversas sobre histórias do passado, coordenou os exercícios feitos na sala de treinamento reservada pelo UFC.
“Lembra do Matheus Miranda? Cara sinistro, lutava muito. Virou médico”, lembrou o técnico do time americano enquanto colocava toalhas sobre Rodrigo que a essa altura se concentrava apenas para transpirar e perder peso.
“Lembra dos torneios em Campos? Nossa, lutei a minha vida toda lá”, lembrou aos risos o capixaba enquanto emendava mais uma história se anos atrás sobre o circuito competitivo de jiu-jitsu, passado que uniu os veteranos essa semana nos EUA.
“Ele está com um preparo mental muito bom. O adversário é duro e tem um estilo parecido. O Damm é atleta, um cara família, está focado. Ele já tem a estratégia dele vinda do Brasil, e tenho que respeitar o treinador dele e o camp feito. Vou tentar sentir a luta e me conectar o máximo que eu puder”, prometeu o ‘corner de última hora’.
Minutos depois, pouco antes do peso-leve (70 kg) terminar sua sessão de treinamento e cravar pouco mais de um quilo acima do peso pretendido para a pesagem oficial (marca dentro do cronograma), a sala do Hotel Cassino MGM foi tomada pela equipe Alpha Male, que com muita música e alto astral acabou fazendo coro ao auxílio ao brasileiro, sempre por intermédio de Pateta.
“Ontem a noite perguntei para os meus alunos e eles já conheciam o jogo dele [Dunham]. Recebi algumas informações que acho que podem ajudar o Rodrigo para essa luta”, deixou no ar o treinador.
Cormier responde Jones sobre sua forma: "Não sou limitado como ele"
Campeão dos pesos-meio-pesados do Ultimate, Jon Jones zombou de tudo que pôde sobre seu desafiante do próximo sábado, Daniel Cormier: seu cartel, seu histórico esportivo, seu emprego como comentarista. Em teleconferência de promoção da luta entre os dois no UFC 182, realizada na última segunda-feira, "Bones" mirou a forma física do adversário e afirmou que seu corpo "não parece ser de um atleta". "DC" ouviu o comentário e, no treino aberto de quarta-feira, no hotel e cassino MGM Grand, em Las Vegas, respondeu.
- Eu vi outro dia que o Jones disse que o meu corpo não parece de atleta. Eu posso saltar e chegar a um aro de basquete, Jon Jones tem 1,93m de altura e ele não consegue enterrar uma bola de basquete. Então, quem é o atleta? (..) Eu posso ir ali e dar um mortal se você quiser… Vamos falar sobre atletas… Eu não sou limitado às artes marciais mistas como ele é. Eu posso enterrar uma bola de basquete, e ele, não - disparou Cormier aos jornalistas presentes à atividade.
A incapacidade de Jones de enterrar uma bola de basquete está documentada: num encontro com Al Horford, pivô do Atlanta Hawks, time da NBA, o campeão dos meio-pesados levou um "toco" do aro. O campeão admitiu que não consegue se entender com a bola laranja, mas fez pouco caso disso em sua tréplica.
- Se nós estamos olhando para quem enterra uma bola de basquete como o melhor atleta, então eu deixo isso para ele. Da última vez que eu conferi, eu vi que nós não vamos lutar em uma quadra. Se ele diz que é um bom atleta, quem liga? - disse "Bones".
A troca de farpas entre os dois movimentou toda a promoção do UFC 182 e tornou o evento um dos mais aguardados dos últimos anos. Apesar das respostas bem pensadas de ambos os lados, Cormier garante que não está preocupado mais com as provocações do rival, mas que vai cobrar dele explicações dentro do octógono.
- O tempo para isso já passou. Eu não ligo para o que Jon Jones tem a dizer sobre mim ou para mim. Eu amo este esporte porque, no final, eles nos trancam no octógono e dizem "Caras, se resolvam." Então, ele pode dizer coisas sobre o meu desempenho nas Olimpíadas, pode tirar sarro do meu corpo, pode falar o que ele quiser. No sábado à noite, ele terá que me enfrentar dentro do octógono por 25 minutos e esse será o teste derradeiro. Eu serei o juiz, e ele terá que estar na minha frente e defender todas as coisas que ele disse - concluiu Cormier.
- Eu vi outro dia que o Jones disse que o meu corpo não parece de atleta. Eu posso saltar e chegar a um aro de basquete, Jon Jones tem 1,93m de altura e ele não consegue enterrar uma bola de basquete. Então, quem é o atleta? (..) Eu posso ir ali e dar um mortal se você quiser… Vamos falar sobre atletas… Eu não sou limitado às artes marciais mistas como ele é. Eu posso enterrar uma bola de basquete, e ele, não - disparou Cormier aos jornalistas presentes à atividade.
A incapacidade de Jones de enterrar uma bola de basquete está documentada: num encontro com Al Horford, pivô do Atlanta Hawks, time da NBA, o campeão dos meio-pesados levou um "toco" do aro. O campeão admitiu que não consegue se entender com a bola laranja, mas fez pouco caso disso em sua tréplica.
- Se nós estamos olhando para quem enterra uma bola de basquete como o melhor atleta, então eu deixo isso para ele. Da última vez que eu conferi, eu vi que nós não vamos lutar em uma quadra. Se ele diz que é um bom atleta, quem liga? - disse "Bones".
A troca de farpas entre os dois movimentou toda a promoção do UFC 182 e tornou o evento um dos mais aguardados dos últimos anos. Apesar das respostas bem pensadas de ambos os lados, Cormier garante que não está preocupado mais com as provocações do rival, mas que vai cobrar dele explicações dentro do octógono.
- O tempo para isso já passou. Eu não ligo para o que Jon Jones tem a dizer sobre mim ou para mim. Eu amo este esporte porque, no final, eles nos trancam no octógono e dizem "Caras, se resolvam." Então, ele pode dizer coisas sobre o meu desempenho nas Olimpíadas, pode tirar sarro do meu corpo, pode falar o que ele quiser. No sábado à noite, ele terá que me enfrentar dentro do octógono por 25 minutos e esse será o teste derradeiro. Eu serei o juiz, e ele terá que estar na minha frente e defender todas as coisas que ele disse - concluiu Cormier.
Jones, sobre críticas à sua personalidade: ‘Parecem menininhas me xingando’
Prestes a defender o cinturão dos meio-pesados pela oitava vez seguida, desta vez contra Daniel Cormier, no próximo sábado (03), o norte-americano Jon Jones participou de uma coletiva de imprensa por telefone. Tido como um campeão sem muito carisma e atração popular, “Bones” falou sobre as críticas que recebe do público.“Quando leio alguns comentários no meu Twitter ou Instagram, eu percebo que realmente inspiro algumas pessoas e elas gostam de quem eu sou no esporte. Mas quando vejo os comentários negativos, são mensagens idiotas. ‘Você é falso’, ouço isso faz um longo tempo. Quem se importa? Eu venço as lutas e é para isso que estou aqui”, desabafou o dono do cinturão dos meio-pesados.
Com apenas uma derrota em sua carreira no MMA - por desqualificação -, “Bones” demonstrou estar desapontado com as críticas, já que, segundo ele, nunca possuem bons argumentos.
“Eu não estou aqui para te conquistar pela minha personalidade, mas sim para lutar. As pessoas que não gostam de mim nunca dizem algo consistente. ‘Você acerta o olho das pessoas’, tudo bem, foi um acidente. Ou então, ‘você é maior que os outros lutadores da categoria”, disse, emendando:
“Sempre são coisas estúpidas, por isso aprendi a rir um pouco com essas coisas. Estou esperando alguém que realmente me odeie apresentar alguma resposta legítima. Sempre me chamam de falso e eu fico pensando: ‘Onde estamos, no colégio? Vocês parecem menininhas me chamando de falso”, ironizou.
Com apenas uma derrota em sua carreira no MMA - por desqualificação -, “Bones” demonstrou estar desapontado com as críticas, já que, segundo ele, nunca possuem bons argumentos.
“Eu não estou aqui para te conquistar pela minha personalidade, mas sim para lutar. As pessoas que não gostam de mim nunca dizem algo consistente. ‘Você acerta o olho das pessoas’, tudo bem, foi um acidente. Ou então, ‘você é maior que os outros lutadores da categoria”, disse, emendando:
“Sempre são coisas estúpidas, por isso aprendi a rir um pouco com essas coisas. Estou esperando alguém que realmente me odeie apresentar alguma resposta legítima. Sempre me chamam de falso e eu fico pensando: ‘Onde estamos, no colégio? Vocês parecem menininhas me chamando de falso”, ironizou.
Jon Jones ‘pede desculpas’ à Nike e detona CM Punk: ‘Espero que ele seja nocauteado’
Pelo visto, parece que o fim da parceria entre Nike e Jon Jones não foi muito bem da forma como o astro do Ultimate havia explicado para a Comissão Atlética do Estado de Nevada. Após afirmar que seu contrato tinha sido rescindido pela empresa depois da confusão com Daniel Cormier, o campeão meio-pesado – novo patrocinado da Reebok – voltou atrás durante conferência para o UFC 182 e explicou que as coisas não aconteceram exatamente daquela forma.
“A Nike não rescindiu comigo por conta da confusão com o Cormier, e eu meio que devo um pedido de desculpas por dizer que o contrato acabou por causa da confusão. Não foi desse jeito. A Nike é conhecida por apoiar seus atletas através de coisas muito piores do que uma briga no meio do MGM”, afirmou Jones, para em seguida explicar o motivo do fim da parceria.
“Na verdade, eu senti a empresa (Nike) desinteressada do MMA e disse: ‘Quer saber, se vocês não vão levar tão a sério as artes marciais mistas, então eu não quero ser parte da empresa. Espero que possa sair respeitosamente’. Eles, então, aceitaram”, contou o campeão.
Pé atrás com CM Punk
Em entrevista ao programa de rádio “Chad Dukes Contra o Mundo”, Jon Jones comentou sobre a chegada de CM Punk ao UFC. De acordo com ele, a vinda da estrela do WWE atrai holofotes para o Ultimate. Mas, por outro lado, ocupa o espaço de lutadores que talvez mereçam mais.
“Todo dia quando eu estou no ginásio vejo vários meninos treinando. Eles não têm dinheiro e estão treinando duro, dando tudo de si para virar um lutador. Vivem no ginásio, comem peru e manteiga de amendoim, o mínimo necessário para perseguir o sonho. Aí, chega uma super estrela como o CM Punk e entra no UFC só porque ele conhece as pessoas certas e tem um nome. Eu só acho que isso é injusto com os lutadores que têm trabalhado tanto para ganhar uma oportunidade. É por isso que eu realmente espero que o UFC lhe dê um oponente real e que ele seja nocauteado”, disse Jones, que no próximo sábado (20) enfrenta Cormier.
Revanche entre Renan Barão e TJ Dillashaw já está fechada verbalmente
As lesões de Dominick Cruz e Raphael Assunção abriram caminho para que o brasileiro Renan Barão seja o próximo da fila a disputar o cinturão dos pesos-galos do UFC, tomado dele pelo americano TJ Dillashaw em maio de 2014. E a revanche entre ambos já está acordada verbalmente, segundo o que o Combate.com apurou com fontes próximas à organização. A data e o local da disputa, no entanto, ainda não teriam sido fechados.
Durante conversa com um seleto grupo de jornalistas após o “Media Day” do UFC 182, em Las Vegas, o presidente da organização, Dana White, foi questionado sobre qual seria o futuro de Dillashaw, agora que os dois principais desafiantes da divisão estão lesionados. Cruz machucou o joelho direito e não sabe quando voltará a treinar; já Assunção quebrou o tornozelo durante o treino e precisa de pelo menos dois meses para se recuperar.
- Provavelmente Renan Barão (será o próximo a lutar contra Dillashaw). Renan acabou de lutar e venceu, e eles teriam lutado anteriormente se o Barão tivesse batido o peso - admitiu o chefão.
Barão e Dillashaw se enfrentaram pela primeira vez em maio passado, e o americano chocou o mundo ao vencer o duelo com um nocaute técnico no quinto round. Desde então, a rivalidade entre as academias de ambos (Nova União e Team Alpha Male) só aumentou e os lutadores passaram a trocar farpas pela imprensa. A animosidade ficou ainda maior depois que o Ultimate marcou um segundo duelo entre eles, que deveria ter acontecido no dia 30 de agosto, mas que não se consolidou porque o atleta potiguar teve problemas no corte de peso e precisou ser substituído na véspera do evento. Dillashaw enfrentou Joe Soto e fez a sua primeira defesa de título bem-sucedida. Já Barão voltou para a fila da divisão dos pesos-galos (até 61 kg) e, em dezembro, derrotou Mitch Gagnon na última edição do UFC em 2014, em Barueri-SP.
Com um cartel de 11 vitórias e duas derrotas na carreira, Dillashaw já voltou a treinar, após se recuperar de uma cirurgia no ombro, ocorrida em outubro. Em suas últimas entrevistas, o campeão tinha declarado que gostaria de voltar a lutar em fevereiro ou março.
Durante conversa com um seleto grupo de jornalistas após o “Media Day” do UFC 182, em Las Vegas, o presidente da organização, Dana White, foi questionado sobre qual seria o futuro de Dillashaw, agora que os dois principais desafiantes da divisão estão lesionados. Cruz machucou o joelho direito e não sabe quando voltará a treinar; já Assunção quebrou o tornozelo durante o treino e precisa de pelo menos dois meses para se recuperar.
- Provavelmente Renan Barão (será o próximo a lutar contra Dillashaw). Renan acabou de lutar e venceu, e eles teriam lutado anteriormente se o Barão tivesse batido o peso - admitiu o chefão.
Barão e Dillashaw se enfrentaram pela primeira vez em maio passado, e o americano chocou o mundo ao vencer o duelo com um nocaute técnico no quinto round. Desde então, a rivalidade entre as academias de ambos (Nova União e Team Alpha Male) só aumentou e os lutadores passaram a trocar farpas pela imprensa. A animosidade ficou ainda maior depois que o Ultimate marcou um segundo duelo entre eles, que deveria ter acontecido no dia 30 de agosto, mas que não se consolidou porque o atleta potiguar teve problemas no corte de peso e precisou ser substituído na véspera do evento. Dillashaw enfrentou Joe Soto e fez a sua primeira defesa de título bem-sucedida. Já Barão voltou para a fila da divisão dos pesos-galos (até 61 kg) e, em dezembro, derrotou Mitch Gagnon na última edição do UFC em 2014, em Barueri-SP.
Com um cartel de 11 vitórias e duas derrotas na carreira, Dillashaw já voltou a treinar, após se recuperar de uma cirurgia no ombro, ocorrida em outubro. Em suas últimas entrevistas, o campeão tinha declarado que gostaria de voltar a lutar em fevereiro ou março.
UFC confirma trilogia entre Robbie Lawler e Johny Hendricks
Robbie Lawler conquistou o cinturão peso-meio-médio do UFC em dezembro, depois de uma dura disputa contra Johny Hendricks. Os dois já haviam se enfrentado em março passado, em duelo pelo título vago, deixado por Georges St-Pierre. E, segundo o presidente da organização, Dana White, eles devem voltar a se enfrentar em breve.
Durante conversa com um grupo de jornalistas logo após o "Media Day" do UFC 182, nesta quinta-feira, em Las Vegas, o chefão foi questionado se era verdade que teria dito a Rory MacDonald, segundo colocado do ranking dos pesos-meio-médios, que ele não será o próximo a disputar o cinturão da divisão.
- Robbie e Rory acabaram de lutar (em novembro de 2013). Nós sentimos que a trilogia (entre Lawler e Hendricks) faz mais sentido - declarou.
Em entrevista ao Combate.com no mês passado, Lawler disse que gostaria de lutar no fim de semana do Memorial Day, feriado americano em homenagem aos soldados mortos em guerras, que acontece na segunda semana de maio.
Durante conversa com um grupo de jornalistas logo após o "Media Day" do UFC 182, nesta quinta-feira, em Las Vegas, o chefão foi questionado se era verdade que teria dito a Rory MacDonald, segundo colocado do ranking dos pesos-meio-médios, que ele não será o próximo a disputar o cinturão da divisão.
- Robbie e Rory acabaram de lutar (em novembro de 2013). Nós sentimos que a trilogia (entre Lawler e Hendricks) faz mais sentido - declarou.
Em entrevista ao Combate.com no mês passado, Lawler disse que gostaria de lutar no fim de semana do Memorial Day, feriado americano em homenagem aos soldados mortos em guerras, que acontece na segunda semana de maio.
Dana White: se McGregor vencer Siver, será o próximo a desafiar Aldo
O campeão peso-pena do UFC, José Aldo, já admitiu que sua próxima defesa de cinturão pode ser contra o irlandês Conor McGregor. O falastrão tem duelo marcado contra Dennis Siver em Boston, no dia 18 de janeiro, e, segundo o presidente do Ultimate, Dana White, caso vença, deve ser o próximo a desafiar o brasileiro.- Essa luta em Boston (contra Siver), se McGregor vencer essa luta, ele vai lutar pelo título - disse o chefão em conversa com um grupo seleto de jornalistas logo após o "Media Day" do UFC 182, em Las Vegas.
Para o mandatário, o duelo entre Aldo e McGregor pode ser a maior luta da história da divisão dos penas, mas ele acredita que é preciso tomar cuidado com a badalação em cima do irlandês, que tem um cartel de 16 vitórias e duas derrotas e não perde há 12 combates.
- Eu acho que essa seria a maior luta que essa divisão já teve. E será o maior salário que o Aldo já teve. Muhammad Ali precisou de um Joe Frazier, Larry Bird precisou de um Magic Johnson e a lista só aumenta. E é isso que McGregor é para o Aldo. Mas, todo mundo está achando que ele vai atropelar o Siver. Ninguém achava que ele venceria o (Dustin) Poirier, mas agora ele vai atropelar o Siver. Eu nunca conto com o ovo antes da galinha, acreditem. Tudo pode acontecer nesse esporte.
Questionado se eram verdadeiros os rumores de que o Ultimate teria reservado um estádio de futebol na Irlanda para o possível combate, White tentou desconversar, afirmando que ainda não sabe onde realizaria o embate.
- Interessante… Vocês sabiam que aquele lugar é uma arena de 90 mil lugares? É uma arena aberta… Acham que choveria? - brincou, arrancando risos dos jornalistas.
Minutos depois de White dar suas declarações, Conor McGregor foi ao Twitter e publicou uma imagem em que aparece segurando a cabeça de José Aldo, com o texto "Vida Longa Ao Rei".
Para o mandatário, o duelo entre Aldo e McGregor pode ser a maior luta da história da divisão dos penas, mas ele acredita que é preciso tomar cuidado com a badalação em cima do irlandês, que tem um cartel de 16 vitórias e duas derrotas e não perde há 12 combates.
- Eu acho que essa seria a maior luta que essa divisão já teve. E será o maior salário que o Aldo já teve. Muhammad Ali precisou de um Joe Frazier, Larry Bird precisou de um Magic Johnson e a lista só aumenta. E é isso que McGregor é para o Aldo. Mas, todo mundo está achando que ele vai atropelar o Siver. Ninguém achava que ele venceria o (Dustin) Poirier, mas agora ele vai atropelar o Siver. Eu nunca conto com o ovo antes da galinha, acreditem. Tudo pode acontecer nesse esporte.
Questionado se eram verdadeiros os rumores de que o Ultimate teria reservado um estádio de futebol na Irlanda para o possível combate, White tentou desconversar, afirmando que ainda não sabe onde realizaria o embate.
- Interessante… Vocês sabiam que aquele lugar é uma arena de 90 mil lugares? É uma arena aberta… Acham que choveria? - brincou, arrancando risos dos jornalistas.
Minutos depois de White dar suas declarações, Conor McGregor foi ao Twitter e publicou uma imagem em que aparece segurando a cabeça de José Aldo, com o texto "Vida Longa Ao Rei".
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