sexta-feira, 10 de abril de 2015

Treinador de Conor McGregor: "Não me chocará se ele finalizar José Aldo"

José Aldo X Mcgregor, Coletiva UFC 189 (Foto: André Durão)

É o papel dos treinadores demonstrar confiança em seus lutadores antes das lutas, mas John Kavanagh, técnico de Conor McGregor, vai além. Após dizer antes da vitória sobre Dennis Siver que seu pupilo venceria em menos de um minuto, o mestre da Straight Blast Gym agora afirma que seu pupilo pode finalizar José Aldo, atual campeão dos pesos-penas e seu adversário no UFC 189, em 11 de julho. Aldo é faixa-preta de jiu-jítsu e não é finalizado - ou derrotado - desde 2005, quando foi estrangulado com um mata-leão por Luciano Azevedo. McGregor é faixa-marrom; apesar disso, Kavanagh garante que o irlandês tem alto nível no chão.

- Não me chocaria nem um pouco se Conor finalizasse Aldo, especialmente conforme Aldo começar a cansar. Conor tem uma guilhotina fantástica quando está de costas no chão, e um triângulo e chave de braço muito bons também, então haverá muitas oportunidades de finalizar Aldo quando a fadiga aparecer e ele começar a se expor. (...) Nunca vi Conor rolar com um faixa-preta e parecer fora de lugar. Conor é um faixa-marrom de nível muito alto, não está longe do nível de um faixa-preta, e nesse nível não há muita diferença entre eles. Conor por finalização, certamente pode acontecer - disse Kavanagh, em sua coluna no site irlandês "The 42".

Segundo o técnico, McGregor se tornou "obcecado" pela luta agarrada após sua última derrota, quando foi finalizado com um kata-gatame por Joseph Duffy, em 2010. Seu outro revés no MMA, em 2008, também foi na luta de chão, devido a uma chave de joelho. Apesar disso, só tem uma vitória por finalização, em 2012, por mata-leão. Curiosamente, recebeu a faixa marrom de jiu-jítsu após vencer Dustin Poirier em setembro do ano passado por nocaute.

Aldo também tem apenas uma finalização no seu cartel de MMA, acontecida em 2005 por kata-gatame - ele tem outro triunfo por submissão do adversário no mesmo ano, mas por aplicar chutes na cabeça num torneio que permitia os "tiros de meta". Entretanto, sua equipe, Nova União, é original do jiu-jítsu, e o manauara era uma das promessas do esporte antes de fazer a transição para o MMA. O peso-pena tem duas vitórias na faixa marrom contra Rubens Cobrinha, tetracampeão mundial de jiu-jítsu na faixa preta.

Para John Kavanagh, José Aldo não será páreo para a trocação de Conor McGregor e vai apelar para a luta agarrada, onde será surpreendido.

- Há poucas dúvidas na minha mente que Aldo vai buscar a queda bem cedo. Ele tem entradas de queda bem decentes também. Entretanto, ele raramente usa isso em competição, então eu não acho que será natural para ele fazê-lo. Se Aldo buscar as quedas, acho que vai se cansar rapidamente. Eu espero que a luta siga um de dois caminhos: eles vão trocar golpes e Aldo vai cair em um round, ou então Aldo vai amarrar até o segundo round, talvez até o terceiro, mas isso vai cansá-lo, porque ele não está acostumado a fazer isso. Aí, Conor vai finalizá-lo - analisou o técnico.

Luke Rockhold defende pena pesada para Anderson Silva: "É um trapaceiro"

Anderson Silva Luke Rockhold (Foto: Montagem sobre fotos de André Durão e Evelyn Rodrigues)

A maioria dos lutadores de MMA adotou discurso cauteloso ao comentar a polêmica envolvendo Anderson Silva e seus dois resultados positivos para doping, em exames realizados em janeiro, antes e depois de sua luta contra Nick Diaz. O atleta brasileiro deve apresentar sua defesa frente à Comissão Atlética do Estado de Nevada neste mês, e o público aguarda sua versão dos fatos para fazer seu julgamento. O peso-médio Luke Rockhold, no entanto, não faz distinção entre o "Spider" e outros lutadores flagrados com substâncias proibidas.

- Não entendo isso. Um trapaceiro é um trapaceiro para mim, e ele devia pagar as penalidades, não deveria haver diferença. Todo mundo olha para isso diferente porque ele não tem um físico impressionante que nem o Vitor (Belfort) e outros caras que têm muito mais tamanho. Acho que as pessoas simplesmente não querem acreditar porque o admiraram por tanto tempo. (Mas) um trapaceiro é um trapaceiro para mim - descarregou Rockhold, em entrevista ao site "Fox Sports".

O lutador americano, escalado para enfrentar Lyoto Machida em 18 de abril, respeita as conquistas de Anderson Silva na carreira e não disse que seus recordes deveriam ser revogados, mas defendeu que ele seja penalizado duramente. A direção do UFC afirmou que vai implementar sentenças de até quatro anos de banimento do MMA para lutadores flagrados em exames antidoping, mas seu programa de combate ao doping só entra em vigor em julho, e a comissão atlética será responsável pelo julgamento do Spider.

- Todo mundo deveria ser tratado igual. Não deveria importar se é o Anderson Silva ou qualquer outro lutador. (...) Estou 100% de acordo (com a nova política do UFC), estou de acordo com quatro anos (de suspensão). Muita gente acha que eles (trapaceiros) não deveriam nem voltar. Se você trapaceia neste esporte, você deveria sentir (a punição). Tire uma enorme porção da carreira deles, porque isso é luta. Não estamos jogando esportes com bola aqui. Você está entrando aqui com uma arma letal. Estamos lutando e tentando ferir um ao outro. Um ano, dois anos, acho que quatro anos é ótimo - afirmou Rockhold.

Condit revela que sempre quis lutar no Brasil e explica: "É a meca do MMA"

Carlos Condit (Foto: Marcelo Barone)

Lutadores estrangeiros, geralmente, não enfrentar brasileiros no país devido a pressão da torcida. Carlos Condit, porém, vai na contra-mão. Ex-campeão do peso-meio-médio do Ultimate, o americano enfrentará Thiago Pitbull na luta principal do UFC Goiânia, dia 30 de maio, e está feliz pela oportunidade.

O americano, que esteve em São Paulo para promover o evento, afirmou que está empolgado para o duelo e explicou por que é uma exceção à regra.

- Espero uma grande e intensa energia da torcida. Estou mais preocupado com Thiago Alves do que com a torcida. Não terei que lutar contra a torcida, eu espero (risos). Acho que realmente será legal essa experiência. Estou motivado, ansioso para sentir a energia do público, vai ser bom. Sempre quis lutar no Brasil. É a meca do MMA, é onde tudo começou com a família Gracie e o Vale-Tudo.

assim como seu adversário, Carlos Condit vem enfrentando problemas físicos. Inclusive, em março do ano passado, em sua última aparição no octógono, ele perdeu por nocaute técnico para Tyron Woodley após machucar o joelho. Entretanto, ele  garante que as lesões ficaram no passado.

- Eu me sinto muito bem, estou 100% recuperado para voltar. Durante esse período (de reabilitação), foquei em fortalecer a minha perna e também em evoluir como lutador de MMA. Estou voltando mais forte.

Com apenas uma vitória nas últimas quatro lutas, Condit sabe que precisa se recuperar, agora, dentro do octógono, e não crê que o duelo será decidido pelos jurados.

-  Ele é muito, muito duro. É ótimo na trocação, obviamente, bom no wrestling, muito bom no jiu-jítsu. É um trocador, forte fisicamente, mas tenho a estratégia para vencê-lo. Vou ganhar essa luta, não há outra opção na minha cabeça. Vou vencer mais para o fim da luta, talvez no quarto ou no quinto round

Minotauro volta a lutar no UFC Rio 7, contra Stefan Struve, dia 1º de agosto

Montagem Rodrigo Minotauro e Stefan Struve (Foto: infoesporte)

Rodrigo Minotauro já tem data para voltar ao octógono e será no mesmo evento que seu irmão, Rogério Minotouro. O peso-pesado vai enfrentar Stefan Struve no card principal do UFC 190, que será realizado no dia 1º de agosto, no HSBC Arena, no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pelo "Revista Combate", nesta terça-feira.

Minotauro está sem atuar desde abril de 2014, quando foi nocauteado por Roy Nelson no primeiro round da luta, sediada em Abu Dhabi. Struve também não atravessa boa fase. O holandês perdeu por nocaute para Mark Hunt e Alistair Overeem em seus últimos compromissos no octógono.

UFC 190

1 de agosto, no Rio de Janeiro

CARD DO EVENTO (até agora):

Peso-galo: Ronda Rousey x Bethe Correia

Peso-meio-pesado: Rogério Minotouro x Mauricio Shogun

Peso-pesado: Rodrigo Minotauro x Stefan Struve

Dana White afirma que Ronda Rousey é a maior atleta com quem já trabalhou

Ronda Rousey, Media Day UFC 184 (Foto: Evelyn Rodrigues)

Esqueça Anderson Silva, Jon Jones, Georges St-Pierre e José Aldo. Para Dana White, presidente do UFC, a melhor atleta com quem já trabalhou é Ronda Rousey, campeã da categoria peso-galo feminina. Em entrevista à rádio "AM 570 Sports", nesta terça, Dana rasgou elogios à lutadora, que subirá ao octógono no dia 1º de agosto para defender o cinturão contra a brasileira Bethe Correia, no Rio de Janeiro.

- Ela é tão trabalhadora, tão focada, tão incrível. Não poderia dizer coisas boas o suficiente sobre ela. É uma das únicas que consegue fazer bem tudo a que se propõe. É a número um entre os atletas com quem eu já trabalhei - falou.

Dana ressaltou a versatilidade da americana, que, além de lutadora do UFC, está engrenando na carreira de atriz e, no mês passado, fez ponta no evento de telecatch Wrestlemania. O presidente também comentou sobre a aura de invencibilidade que cerca a campeã. Para ele, a lista de possíveis adversárias é longa, mas a questão é "quem conseguiria vencê-la". Um dos duelos que mais geram expectativa é contra a brasileira Cris Cyborg, mas, segundo White, apenas uma condição impede que as duas se enfrentem.

- A luta teria que ser na categoria peso-galo e, para isso, Cyborg tem que provar que consegue cortar peso para 61kg. Se fizer isso, o confronto acontece - concluiu.

Campeã dos penas do Invicta FC, Cyborg foi contratada pelo Ultimate. Entretanto, a curitibana vai precisar fazer uma luta como peso-galo antes de se transferir para o UFC para mostrar que tem condições físicas de atuar nesta categoria.

Bellator consegue liminar e impede luta de Rampage Jackson no UFC 186

Rampage Jackson - peso-meio-pesado do UFC (Foto: Evelyn Rodrigues)

Abalado por lesões e exames antidoping positivos, o card do UFC 186 sofreu mais um desfalque importante. O lutador Quinton "Rampage" Jackson, ex-campeão peso-meio-pesado da organização, foi impedido de enfrentar o brasileiro Fábio Maldonado no torneio do próximo dia 25 de abril, em Montreal, Canadá. O Bellator, companhia de lutas de MMA rival do UFC pela qual Rampage estava contratado até o ano passado, conseguiu na noite de segunda-feira uma liminar para que o americano não se apresente no evento, de acordo com o site "MMA Fighting".

Jackson assinou seu retorno ao Ultimate no final de 2014 após cerca de dois anos e três lutas com o Bellator. Na época, afirmou que a organização havia quebrado seu contrato por não promovê-lo corretamente, não cumprir promessas de oportunidades na indústria de entretenimento e não fornecer os números de vendas de pacotes de pay per view do Bellator 120, no qual o peso-meio-pesado foi um dos destaques. Segundo ele, essa quebra lhe garantia o direito de encerrar seu contrato e assinar com o UFC, onde lutou entre 2007 e 2013 e conquistou o cinturão.

O Bellator, todavia, nega ter quebrado os termos do contrato e pediu a liminar em março. Um de seus pedidos era que Rampage fosse impedido de lutar no UFC 186 contra Maldonado. A organização lançou um curto comunicado oficial após receber a liminar. "Nós estamos satisfeitos com a decisão do juiz e estamos ansiosos para ter Rampage lutando no Bellator novamente em breve", diz o comunicado.

O UFC ainda não se pronunciou sobre o caso. Procurado pelo Combate.com, Fábio Maldonado não estava disponível imediatamente para comentar a notícia.

É mais um desfalque para um card que já sofreu perdas importantes desde que foi anunciado. Inicialmente, o UFC 186 teria como lutas principais a revanche entre TJ Dillashaw e Renan Barão pelo cinturão dos pesos-galos e um duelo entre o canadense Rory MacDonald, maior astro atual da organização no país, e Hector Lombard. Contudo, MacDonald foi retirado do card e promovido à disputa de cinturão dos pesos-meio-médios contra Robbie Lawler em julho após Lombard ser flagrado no exame antidoping de sua luta anterior, em janeiro. O Ultimate colocou outra luta valendo título, dos pesos-moscas, entre Demetrious Johnson e Kyoji Horiguchi, para compensar, mas esse combate acabou promovido a evento principal quando Dillashaw sofreu uma lesão na costela, o que causou o cancelamento de sua luta contra Barão.

Dois brasileiros estão na barca de oito lutadores que foram demitidos do UFC

Montagem Lutadores UFC Demitidos (Foto: Globoesporte.com)

Dois brasileiros estão dentro da barca de oito lutadores que foram demitidos do UFC. Rick "Monstro" e Rodrigo "Monstro" se juntam a Patrick Walsh, Andy Enz, Josh Shockley, Josh Copeland, Ruan Potts e Jake Lindsey no grupo de atletas que não fazem mais parte da organização.

Além de Rick e Rodrigo, Patrick Walsh, Andy Enz, Josh Shockley, Josh Copeland, Ruan Potts e Jake Lindsey foram demitidos pelo UFC na última semana. Os lutadores não corresponderam às expectativas (Montagem: Editoria de arte)

Ambos perderam duas vezes em duas lutas no Ultimate. Rick estreou contra Marcos "Pezão", em maio do ano passado e, em janeiro deste ano, enfrentou Idelmar "Marajó". A primeira luta de Rodrigo foi contra Neil Magny, em junho de 2014, e, em sua última, em fevereiro, foi derrotado por Efrain Escudero.

Todos esses atletas vinham de derrotas consecutivas no UFC. A exceção é Patrick Walsh, semifinalista do TUF 19, que fez duas lutas oficiais pelo evento, tendo vencido uma e perdido a outra.

UFC contrata agente que investigou Armstrong para programa antidoping

Jeff Novitzky, UFC (Foto: Agência AP)

O Ultimate anunciou nesta segunda-feira a contratação de Jeff Novitzky para chefiar seu novo programa de exames antidoping. Considerado um especialista no assunto, Novitzky investiga o uso de esteroides nos esportes há anos pelo Serviço de Receita Interna do governo federal dos EUA, e é agente especial da Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) desde 2008. Ele teve papel decisivo em algumas das investigações que desmascararam esquemas de doping envolvendo alguns dos maiores nomes do esporte mundial, como Marion Jones, Tim Montgomery, Justin Gatlin e o mais famoso deles, Lance Armstrong.

- Estou exultante em me juntar a uma organização de grande classe como o UFC, que está comprometida em tomar os passos necessários para garantir que todos os seus atletas compitam num esporte limpo. Estou confiante que o UFC vai conseguir criar um novo programa de exames antidoping de ponta e implementá-lo para que uma competição nivelada e sustentável seja garantida para todos os atletas - disse Novitzky em um comunicado oficial emitido pelo UFC.

O título oficial da nova função de Jeff Novitzky é vice-presidente de Saúde e Performance dos Atletas.

Cat Zingano diz que não mudaria nada se lutasse de novo com Ronda Rousey

Ronda Rousey Cat Zingano UFC 184 (Foto: Getty Images)

Embora tenha perdido a luta em apenas 14 segundos, Cat Zingano não mudaria em nada sua forma de atuar caso enfrentasse Ronda Rousey outra vez. Em entrevista ao programa "MMA Hour", a lutadora falou sobre o combate do último dia 28 de fevereiro, analisando os maiores erros que a levaram à derrota.

- Eu não mudaria minha abordagem. A joelhada não entrou por alguns centímetros. Não fosse isso, as coisas poderiam ter sido diferentes - disse.

Logo no início daquela luta, a então desafiante tentou surpreender Rousey com uma joelhada voadora. O golpe não foi efetivo, permitindo que a campeã peso-galo levasse o combate para o chão, onde aplicou sua famosa chave de braço e saiu com a vitória.

Para Zingano, seu maior erro foi tentar dar resposta aos críticos que a acusavam de começar devagar as lutas.

- Senti que aquelas acusações sobre eu ser lenta no início dos combates não eram verdadeiras. Deixei isso entrar na minha cabeça e, na hora da luta, pensei: 'Vejam isso'. Fico triste porque treinei duro para enfrentá-la e tudo acabou muito rápido. Sinto que sou melhor do que as imagens mostraram, e todo mundo sabe que as chances daquilo acontecer de novo são de uma em 1000. Faria tudo para ter outra oportunidade - contou.

Chris Weidman revela sonho de lutar em Nova York contra Jon Jones

Chris Weidman, UFC, MMA (Foto: Evelyn Rodrigues)

Nascido em Nova York, nos Estados Unidos, Chris Weidman tinha duas metas quando começou no MMA. A primeira delas era ser campeão dos peso-médios derrotando Anderson Silva, o que conseguiu em julho de 2013. A segunda era lutar em sua cidade natal, no ginásio Madison Square Garden, palco de lutas históricas de boxe, como Muhammad Ali x Joe Frazier, Joe Louis x Rocky Marciano e Evander Holyfield x Lennox Lewis. Por conta de problemas com a legislação do estado, no entanto, o UFC não pode realizar eventos no local. Mas isso não desanima o campeão, que já tem até adversário em mente caso, futuramente, o sonho se torne realidade.

- Eu não sei quem vou enfrentar, mas tem que ser algo grandioso. Uma luta contra Jon Jones seria a oportunidade de descobrir quem o é rei de Nova York. Dois caras da cidade. Eu, campeão dos médios, e ele, dos meio-pesados. Os dois invictos. Ainda pretendo fazer mais algumas lutas na minha divisão antes disso, mas esse combate vai acontecer. Já falei com ele sobre o assunto pessoalmente - revelou ao "Inside MMA".

Enquanto a oportunidade da superluta não vem, Weidman segue defendendo o título da divisão. Seu próximo desafio é contra Vitor Belfort, dia 23 de maio, em Las Vegas. Será a terceira vez que põe o cinturão em jogo, novamente contra um brasileiro. Além da revanche com Anderson Silva, o americano também triunfou sobre Lyoto Machida, em julho passado.