terça-feira, 23 de julho de 2013

Lutador do UFC se decepciona ao conhecer ídolo Rampage Jackson

Ter a oportunidade de conhecer um ídolo é algo esperado por muitos. Mas, para o peso leve do UFC, Bobby Green, as coisas não aconteceram como ele sonhou.
 
Comparado a Rampage Jackson, tanto física como tecnicamente, ele sempre esperou conhecer o ex-campeão do Ultimate. E ao estar frente a frente com a lenda, Green não perdeu tempo e falou toda a admiração que sentia por ele, inclusive revelando a história da comparação entre os dois. No entanto, ao deixar o recinto em que o ex-campeão do UFC se encontrava, recebeu uma dura notícia.

“Em toda a minha carreira eu fui comparado ao Rampage, as pessoas sempre me disseram como eu me pareço com ele, falam que lutamos da mesma maneira. Após cinco anos, finalmente o encontrei e não foi como eu esperava. Eu disse a ele como eu era um grande fã e como era comparado a ele, disse porém que não tinha a pretensão de ocupar o seu lugar. Eu dei a ele todo o meu mais alto respeito e assim que eu virei de costas, ele começou a falar merda por trás de mim. Ele não sabia, mas meu irmão estava na mesma sala e o Rampage disse: ‘Quem é esse pequeno merdinha, quem ele pensa que é para se comparar a mim?’”, revelou o lutador ao site MMA Mania.

“É triste ouvir isso de um cara como ele. Quando você vê esses caras na TV, eles são uma coisa, mas quando você conhece ao vivo, são totalmente diferentes. E pensar que eu esperei cinco anos por esse momento…”, completou.

Bobby Green tem 20 triunfos e cinco derrotas em seu cartel. O atleta vem de cinco vitórias consecutivas – a última em seu debute no UFC -, quando venceu Jacob Volkmann por finalização, em fevereiro deste ano.

Glover Terixeira protagoniza primeiro pôster desde a chegada ao Ultimate


No Ultimate desde maio de 2012, Glover Teixeira terá a oportunidade de participar da luta principal de um evento no dia 4 de setembro. Em Belo Horizonte, o mineiro vai lutar em casa diante de Ryan Bader pelos meio-pesados. O duelo ganhou o maior destaque do pôster divulgado nesta terça-feira para promover a edição de BH. 

Pôster do UFC no Combate: Glover x Bader (Foto: Divulgação)

Para Pettis, Bendo 'manipula as regras' para manter o cinturão

Atualmente o lutador do UFC há mais tempo campeão, Georges St-Pierre, dono do cinturão dos meio-médios, vem recebendo críticas pela sua forma conservadora de lutas nos últimos anos. Foram seis vitórias por pontos nas últimas seis lutas. O mesmo vem acontecendo com Ben Henderson, detentor do título dos leves. Bendo realizou sete combates desde chegou ao Ultimate. Derrotou todos os rivais, mas sempre deixando a decisão para os jurados.

No dia 31 de agosto, no UFC 164, Ben Henderson terá a oportunidade de mudar esse retrospecto, mas será um desafio e tanto. Ele defenderá o seu cinturão diante de Anthony Pettis, justamente o único homem a derrotá-lo nas últimas 18 lutas. Pettis, aliás, não vem gostando desse jeito que Bendo vem atuando.

- Eu não sou um fã desse estilo. Eu nem sequer tentar fazer isso. Isso é apenas manipular as regras do jogo para manter seu título. Se você é realmente o melhor... Quero dizer, olhe para Anderson Silva. Ele foi nocauteado em sua última luta, mas acho que ele é realmente o melhor, porque ele nocauteou ou finalizou alguns caras top e faz isso de forma impressionante. Ele não está tentando amassá-lo e ficar em cima de você para ganhar os rounds. Ele está lá fazendo sua luta. Isso é o que eu respeito, e é isso que eu quero ser - disse Pettis ao site "MMAjunkie".
Para o próximo desafiante dos leves, o atual campeão não deve mudar o seu estilo de luta para 31 de agosto. Embora critique o estilo de luta de Bendo, Pettis reconhece que é inteligente atuar de forma a correr menos riscos.

- Tenho certeza de que Ben está esperando uma luta de cinco rounds. Ele é o campeão e sabe que precisa vencer cinco rounds para manter o cinturão. GSP faz isso da mesma maneira. Esses caras são lutadores inteligentes e sabem que têm que ganhar os rounds para manter seus cinturões. Estou esperando ele fazer o que vem fazendo. Ele vai vir, fazer apenas o suficiente para vencer os rounds e manter seu cinturão. Esse é o seu plano de jogo, e isso nunca é o meu plano de jogo. Estou sempre buscando finalizar ou nocautear - declarou.

O UFC 164 será realizado em Milwaukee e terá também outros duelos bastante aguardados, como Josh Barnett x Frank Mir e Chad Mendes x Clay Guida.

Renée Forte enfrenta John Makdessi no UFC 165, no Canadá, em setembro

O ex-participante do TUF Brasil Renée Forte está no card do UFC 165, que será realizado no dia 21 de setembro, em Toronto, Canadá. O peso-leve brasileiro vai enfrentar o canadense John Makdessi. A informação foi divulgada pelo Facebook oficial da organização. A luta principal do evento será entre o campeão Jon Jones e Alexander Gustafsson, pelo cinturão meio-pesado. 
 
Aos 26 anos, Renée tem um cartel de oito vitórias e duas derrotas. Ele vem de um triunfo por decisão unânime dos jurados sobre o inglês Terry Etim na Inglaterra. Já Makdessi, de 28 anos, tem 11 vitórias e dois reveses na carreira. O canadense vem de dois triunfos por decisão unânime, sobre Sam Stout e por último Daron Cruickshank. Ele estava escalado para enfrentar Edson Barboza no UFC 162, no início deste mês, mas se lesionou e deu lugar a Rafaello Trator.

Chael Sonnen confirma uso de TRT para luta contra Shogun em Boston

O polêmico tratamento de reposição de testosterona (TRT) está ajudando Chael Sonnen na preparação para a luta contra o brasileiro Maurício Shogun, dia 17 de agosto, em Boston, EUA. O falastrão americano sofre de hipogonadismo, doença que compromete a produção hormonal pela secreção inadequada de testosterona pelos testículos, e confirmou ter recebido a aprovação da Comissão Atlética de Massachusetts para o TRT em entrevista ao site "Boston.com": 
 
- Isso foi aceito. Eles tiveram uma reunião. Mas eu nunca quebrei uma regra em qualquer lugar.

Sonnen fez uso de TRT na preparação para o segundo duelo contra Anderson Silva, no ano passado, em Las Vegas - a Comissão Atlética de Nevada recentemente proibiu a terapia para evento no estado. Após a primeira luta contra o Spider, em Oklahoma, em 2010, o americano foi pego no antidoping. Os exames apontaram a proporção testosterona / epitestosterona cerca de 17 vezes acima do nível normal e mais de quatro vezes mais do que o permitido para um atleta. Ele foi multado em US$ 2.500 (o equivalente a cerca de R$ 5 mil) e suspenso por um ano pela Comissão Atlética da Califórnia - a pena depois foi reduzida para seis meses. A revanche imediata contra Anderson, que já estava marcada, foi cancelada após o resultado. Sonnen se defendeu do caso:

- Na Califórnia, eles disseram que a proporção de T para E (testosterona para epitestosterona) era alta. Bem, isso era. Eu estava (em tratamento de reposição) em testosterona. Essa lacuna é a sua proporção. Tudo o que disseram é o que eles já sabiam: que eu estava em testosterona. Eles não entendiam o próprio teste. Eles falavam: "Não, seus níveis são muito altos, você é 17 para 1." Mas eu poderia estar 1.700 para 1 e ainda estaria dentro do limite legal. Eles não entendem o próprio teste. Então, eles me deram seis meses (de suspensão) em vez de um ano. O juiz daquela noite está na prisão, e o diretor executivo voltou para casa em Washington e foi demitido. Mas esses são os caras com quem estou trabalhando. Isso é o que você ganha quando lida com o governo.

A polêmica do TRT estourou no Brasil nos últimos meses por causa de Vitor Belfort. O peso-médio brasileiro conquistou vitórias arrasadoras este ano sobre Michael Bisping e Luke Rockhold, mas recebeu críticas por ter feito uso da terapia em ambos os duelos.

Sonnen e Shogun farão a luta principal do evento em Boston. O card conta ainda com outros grandes combates, como Alistair Overeem x Travis Browne e Urijah Faber x Iuri Marajó.

Thomson sugere luta contra Grant: 'Quem vencer disputa o título'

Para quem não o conhecia, Josh Thomson deu o seu cartão de visitas na sua volta ao Ultimate com uma vitória por nocaute sobre o ex-desafiante Nate Diaz durante o UFC: Henderson x Melendez, em abril. Alçado ao posto de número 4 no ranking do peso-leve, o ex-campeão do Strikeforce, que se recupera de uma cirurgia no ombro, indica qual adversário faria mais sentido enfrentar em sua próxima aparição no octógono. 
 
- Se o TJ Grant estiver disponível, eu adoraria lutar com ele, e o vencedor recebe uma chance pelo título. Eu gostaria de lutar contra um cara top cinco  - disse o americano ao site "MMA Fighting".

TJ Grant é o atual número 3 da categoria e estava escalado para encarar o campeão Ben Henderson no UFC 164, no dia 31 de agosto. Entretanto, o canadense sofreu uma concussão durante um treino de jiu-jítsu e se viu obrigado a sair do card. O tempo de recuperação de ambos é apontado por Thomson como similar.

Atualmente com 34 anos, o ex-campeão do Strikeforce sabe que a sua carreira não terá muito mais tempo e que por isso é importante fazer apenas lutas que levem ele a um lugar mais alto dentro da categoria.

- Acho que todo mundo começa a sentir (o peso da idade) por volta de 34, 35 anos. Antes da minha próxima luta, vou fazer 35. Venho lutando há 15, 14 anos e sempre fui considerado um dos melhores lutadores, um cara que outros não querem enfrentar. Se eu tivesse 27 anos, eu não me importaria. Mas agora tenho 34, só quero lutar com os melhores, apenas lutar contra quem me leva de uma forma mais 

Com a lesão de Grant, o lutador escolhido para lutar contra Ben Henderson foi Anthony Pettis. A data da disputa de cinturão e o local foram mantidos.

Aldo ganharia seis vezes mais que o Zumbi Coreano para lutar no UFC 163

Ser campeão dos pesos-penas do UFC rende a José Aldo mais do que prestígio e respeito no mundo do MMA. De acordo com o programa de rádio "Talk MMA", o brasileiro receberia nada menos que seis vezes a bola do seu rival para defender seu título no UFC 163, ou UFC Rio 4, dia 3 de agosto, na capital fluminense. A bolsa de José Aldo para lutar é de US$ 120 mil (cerca de R$ 267 mil), e um bônus do mesmo valor se vencer o combate. O valor seria seis vezes maior que o do seu adversário, Chan Sung Jung, o Zumbi Coreano. Jung confirmou que receberá US$ 20 mil (cerca de R$ 44 mil) para lutar, e o dobro caso vença a disputa e conquiste o cinturão.

Os valores pagos aos campeões do UFC geralmente são substancialmente maiores que os pagos aos seus adversários. No UFC 162, Anderson Silva recebeu cerca de 12,5 vezes mais que Chris Weidman para subir ao octógono. O Spider recebeu US$ 600 mil (cerca de 1,32 milhão) para encarar o desafiante, enquanto Weidman recebeu US$ 48 mil (aproximadamente R$ 105,6 mil) para lutar, e mais US$ 48 mil por ter vencido o brasileiro.

Liddell critica estilo muito seguro de lutar e cita Georges St-Pierre

Um dos maiores nomes do MMA, integrante do Hall da Fama do UFC, o americano Chuck Liddell deu uma declaração no mínimo controversa sobre qual o maior problema do esporte atualmente. Para o “Iceman”, hoje diretor executivo do UFC, o "excesso de segurança” nas lutas por parte dos atletas torna o combate chato para o espectador e usa como exemplo para sua tese, o campeão dos pesos-meio-médios Georges St-Pierre. 
 
Em entrevista ao programa “Inside MMA”, Chuck Liddell lembrou números de nocautes e finalizações de GSP antes e depois de ser batido por Matt Serra, no UFC 69, em abril de 2007. De acordo com o ex-campeão dos pesos-meio-pesados,  nas nove lutas do canadense no Ultimate antes de sua derrota, ele venceu três combates por nocaute, três por decisão dos juízes e duas vezes por finalização, sendo também derrotado uma vez por finalização. Entretanto, nas 11 lutas posteriores a Matt Serra, Georges St-Pierre venceu duas vezes por nocaute, uma vez por finalização e em oito oportunidades a vitória veio por decisão dos juízes.

- Eu não vou ficar muito popular entre os lutadores, mas o maior problema de hoje é que eles estão lutando com muita segurança, apenas para vencer. Eu entendo o ponto de vista do treinador, para vencer as lutas. Mas, eu quero ver um cara bater o outro por quatro rounds e no quinto, ele montar e não fazer nada? – questionou Chuck Liddell.

Alegando ser esse um dos motivos por ter se aposentado, o ex-campeão dá um conselho aos lutadores da atualidade para continuarem lutando no UFC.

- Eu iria precisar me adaptar a lutar com toda essa segurança, esse medo de perder. Eu lutei a minha carreira inteira indo pra cima do adversário e tentando acabar com a luta. Eu não quero aborrecer as pessoas que estão assistindo as minhas lutas e não gosto de vitórias assim. Você quer ser valorizado? Então, vá e lute. Se divirta. Consiga um nocaute ou uma finalização. Eu não me importo. Eu quero apenas que você tente acabar com a luta – disse Chuck Liddell.

Massaranduba enfrenta estreante polonês no UFC de Belo Horizonte

Xodó da torcida brasileira por seu jeito simples, humilde e naturalmente engraçado, Francisco Massaranduba é mais um nome verde e amarelo escalado para o card do UFC de 4 de setembro, que será realizado no ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte. O peso-leve piauiense vai enfrentar a promessa polonesa Piotr Hallmann, recém-contratado pelo Ultimate. A luta ainda não foi divulgada oficialmente, mas foi confirmada pelo Combate.com com fontes próximas à organização.

Aos 34 anos, Massaranduba tem um cartel de 13 vitórias e duas derrotas. O atleta da Evolução Thai e ex-participante do TUF Brasil tem quatro lutas no UFC: venceu Delson Pé de Chumbo, perdeu para Gleison Tibau e bateu CJ Keith e Mike Rio, esta última em Jaraguá do Sul-SC, em maio. Hallmann, por sua vez, tem 25 anos e um cartel de 13 triunfos e um revés. Ele vem de nove vitórias consecutivas e fará sua estreia no Ultimate.

'Juntos somos mais fortes', diz Erick Silva, ao lado de irmãos lutadores


Os pais de Erick Silva não ficam aflitos somente nas lutas do filho mais velho no UFC. Eles também sofrem com o mais novo, Gabriel, que atualmente luta no Jungle Fight, e se preparam para ver em ação o do meio, Bruno, que por sua vez tem estreia no MMA marcada para o fim de agosto, no evento Over Fight Championship. O meio-médio capixaba publicou uma foto no Facebook em homenagem aos irmãos: 

Erick Silva, Gabriel Silva e Bruno Silva MMA irmãos (Foto: Reprodução / Facebook Oficial)

Erick Silva ainda não tem a data e adversário da próxima luta confirmados, mas o Combate.com já noticiou que o UFC está negociando um duelo entre ele e o sul-coreano Dong Hyun Kim para o dia 9 de outubro, no Brasil, em cidade a ser definida.