As declarações de Dana White antes do UFC 157, em fevereiro deste ano, fizeram Lyoto Machida
acreditar que teria nova oportunidade de disputar o cinturão dos
meio-pesados, caso vencesse Dan Henderson. O triunfo veio, mas a
revanche contra Jon Jones não foi concedida pela organização. No lugar do duelo contra o campeão, o Dragão vai enfrentar Phil Davis, no dia 3 de agosto, no Rio de Janeiro, no UFC 163.
Ele não nega a frustração - ainda que pouca, como ele mesmo diz - por
não disputar o título novamente, mas tem sua teoria para isso não ter
acontecido. Na opinião de Lyoto, o fato de ter recusado enfrentar Jones
no UFC 152, quando Vitor Belfort aceitou a luta e desafiou o campeão, ainda pesa para o Ultimate.
- Fiquei um pouco frustrado. A gente sempre espera (lutar pelo
cinturão), mas penso positivamente. Se não aconteceu agora, não era a
hora. Espero em um futuro breve ter a oportunidade novamente. Na hora
que me ofereceram essa luta, quando o Vitor Belfort lutou, não poderia
aceitar com pouco tempo de preparação. Talvez (o UFC) tenha achado que
eu não queria lutar, mas não era isso. Não posso me apresentar mal.
Preciso de um tempo para me preparar e acho que não aconteceu porque o
UFC talvez tenha outros interesses, outras prioridades - afirmou, após
participação no "Tá na área".
Apesar do duelo marcado contra Davis, Lyoto não deixa de pensar em ter a revanche com Jones. Na primeira luta, em dezembro de 2011, foi finalizado com uma guilhotina aos 4m26s do segundo round, após um primeiro assalto muito disputado. Porém, ele revelou que passou por sérios problemas pouco tempo antes do confronto, quando teve três furúnculos na perna, mas evita usar isso como justificativa para o resultado.
- Tive três furúnculos graves na minha perna e não pude treinar durante um tempo. Tive que tomar medicamentos fortes, e isso dez, 12 dias antes da luta, mas fazem parte da preparação também. Acontece. Eu não sou um cara de dar desculpa, mas acho que fiz meu melhor. Talvez pudesse dar um pouco mais se não acontecesse isso, mas nem cogito - declarou.
Para enfrentar Phil Davis, Machida fará sua preparação mais uma vez em Los Angeles, na academia Black House, chegando no Rio de Janeiro na semana anterior à luta. Sem lutar no Brasil há sete anos, o brasileiro disse estar ansioso para receber o carinho dos torcedores.
- É uma oportunidade única. Eu ia lutar pelo cinturão, mas pintou a oportunidade de lutar no Brasil e achei muito interessante. Voltar a lutar aqui é muito bom. A torcida é diferente, mais calorosa, mais forte e espero contar com ela - disse.
Em sua última luta, Lyoto Machida venceu Dan Henderson por decisão dividida dos jurados, em uma atuação que sofreu críticas, principalmente, pela pouca iniciativa tomada pelo brasileiro no combate. Contra Davis, ele diz que será diferente.
- Cada luta tem seu momento especial. Contra o Henderson eu senti aquilo, e foi o que deu para fazer naquele momento. Mas nessa acho que será diferente e serei mais agressivo - garantiu.
Sempre tranquilo, Lyoto evita fazer prognóstico sobre o futuro no UFC caso vença Phil Davis, mas se mostra esperançoso para receber a chance de disputar novamente o cinturão se conseguir o triunfo no Rio de Janeiro.
- É difícil achar qualquer coisa porque tudo muda dentro do UFC. Muitas vezes o ranking não é obedecido e é difícil falar. Espero depois desta luta poder conseguir uma grande chance - finalizou.
Apesar do duelo marcado contra Davis, Lyoto não deixa de pensar em ter a revanche com Jones. Na primeira luta, em dezembro de 2011, foi finalizado com uma guilhotina aos 4m26s do segundo round, após um primeiro assalto muito disputado. Porém, ele revelou que passou por sérios problemas pouco tempo antes do confronto, quando teve três furúnculos na perna, mas evita usar isso como justificativa para o resultado.
- Tive três furúnculos graves na minha perna e não pude treinar durante um tempo. Tive que tomar medicamentos fortes, e isso dez, 12 dias antes da luta, mas fazem parte da preparação também. Acontece. Eu não sou um cara de dar desculpa, mas acho que fiz meu melhor. Talvez pudesse dar um pouco mais se não acontecesse isso, mas nem cogito - declarou.
Para enfrentar Phil Davis, Machida fará sua preparação mais uma vez em Los Angeles, na academia Black House, chegando no Rio de Janeiro na semana anterior à luta. Sem lutar no Brasil há sete anos, o brasileiro disse estar ansioso para receber o carinho dos torcedores.
- É uma oportunidade única. Eu ia lutar pelo cinturão, mas pintou a oportunidade de lutar no Brasil e achei muito interessante. Voltar a lutar aqui é muito bom. A torcida é diferente, mais calorosa, mais forte e espero contar com ela - disse.
Em sua última luta, Lyoto Machida venceu Dan Henderson por decisão dividida dos jurados, em uma atuação que sofreu críticas, principalmente, pela pouca iniciativa tomada pelo brasileiro no combate. Contra Davis, ele diz que será diferente.
- Cada luta tem seu momento especial. Contra o Henderson eu senti aquilo, e foi o que deu para fazer naquele momento. Mas nessa acho que será diferente e serei mais agressivo - garantiu.
Sempre tranquilo, Lyoto evita fazer prognóstico sobre o futuro no UFC caso vença Phil Davis, mas se mostra esperançoso para receber a chance de disputar novamente o cinturão se conseguir o triunfo no Rio de Janeiro.
- É difícil achar qualquer coisa porque tudo muda dentro do UFC. Muitas vezes o ranking não é obedecido e é difícil falar. Espero depois desta luta poder conseguir uma grande chance - finalizou.
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