Cerca de duas semanas depois do UFC 168, a campeã dos pesos-galos femininos do Ultimate, Ronda Rousey, mantém-se convencida que fez a escolha correta ao negar um aperto de mão à sua última oponente e rival, Miesha Tate, após a luta entre elas no coevento principal da noite. A lutadora foi muito vaiada pela falta de esportividade, mas defendeu suas ações argumentando que estava magoada com os insultos feitos pela equipe de sua adversária aos seus treinadores durante as filmagens do reality show The Ultimate Fighter 18, no qual as duas atuaram como treinadoras.
Em um encontro com a mídia americana para divulgar o UFC 170, no qual enfrenta Sara McMann no evento principal, Rousey acusou Tate de bancar a "boa moça" só por causa do público presente e das câmeras de televisão.
- Acho realmente que se eu e ela lutássemos sozinhas na sua academia e se não houvesse ninguém assistindo, ela não teria oferecido sua mão para mim. Suas ações foram totalmente influenciadas por estar sendo observada. Minhas ações foram todas independentes de estar sendo observada - afirmou Rousey, de acordo com o site "MMA Fighting".
A campeã também jurou que sua atitude de recusar o aperto de mão não foi premeditada e está orgulhosa por manter sua posição mesmo com a chuva de críticas que recebeu.
- Não é um momento para se forjar, e foi totalmente a coisa certa a se fazer porque eu nem pensei nisso. Foi imediato. Foi simplesmente assim, "não." Talvez se eu desse um tempo para pensar a respeito, eu teria mudado de ideia, mas aí seria a decisão errada, porque significaria que minha primeira inclinação (teria sido rejeitada), eu tive isso por uma razão. Eu mantive minha posição numa situação muito difícil em que eu seria extremamente criticada por tomá-la - explicou Rousey.
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