Chris Weidman foi o grande vencedor do "Oscar do MMA". Depois de
derrotar Anderson Silva duas vezes, o atual campeão dos pesos-médios do
UFC foi eleito o lutador do ano na sexta edição da premiação da revista
inglesa "Fighters Only", que aconteceu no Venetian Theater, em Las
Vegas, EUA. Derrotado na eleição, Vitor Belfort criticou o método de
votação e e discordou da escolha de Weidman como melhor do ano.
- Não que tivesse que ser eu, mas ele ganhar o prêmio por uma luta só?
Foi até vergonhoso. Ele ganhou uma luta (do Anderson Silva). A outra,
ele não ganhou, foi uma fatalidade - disse o lutador em entrevista ao
programa "Mundo da Luta", da Rádio Beat98.
Para Belfort, o método com que a eleição é feito é ruim. Ele não aceita que o treinador brasileiro Dedé Pederneiras não tenha sido escolhido com o melhor de 2013.
- A premiação em Las Vegas foi muito bacana, mas são votos de fãs, e pode não ser concreto. Os resultados, às vezes, não são justos. O Duane é um bom treinador, mas, pelo amor de Deus, o Dedé, pelo que fez este ano, não ganhar como melhor treinador... Tem marmelada nesse treco aí, alguma coisa errada - afirmou o brasileiro, que ganhou o prêmio de melhor nocaute de 2013.
Na entrevista, Vitor Belfort também falou sobre o tratamento de
reposição de testosterona a que precisa se submeter. Ele está confiante
de que o procedimento será liberado pela comissão atlética de Nevada
para a luta contra o Chris Weidman, no UFC 173, em 24 de maio, em Las
Vegas.
- Não tem como proibir, não existe proibir. Eu tenho uma licença médica, tenho uma coisa muito séria, não tem como não permitir. É um tratamento. Tenho uma deficiência e faço tudo OK - explicou.
Ansioso para enfrentar o norte-americano, Belfort fez questão de reforçar sua confiança em retomar para o Brasil o cinturão dos pesos-médios do UFC.
- Esse cinturão já está no Brasil! - garantiu.
Para Belfort, o método com que a eleição é feito é ruim. Ele não aceita que o treinador brasileiro Dedé Pederneiras não tenha sido escolhido com o melhor de 2013.
- A premiação em Las Vegas foi muito bacana, mas são votos de fãs, e pode não ser concreto. Os resultados, às vezes, não são justos. O Duane é um bom treinador, mas, pelo amor de Deus, o Dedé, pelo que fez este ano, não ganhar como melhor treinador... Tem marmelada nesse treco aí, alguma coisa errada - afirmou o brasileiro, que ganhou o prêmio de melhor nocaute de 2013.
- Não tem como proibir, não existe proibir. Eu tenho uma licença médica, tenho uma coisa muito séria, não tem como não permitir. É um tratamento. Tenho uma deficiência e faço tudo OK - explicou.
Ansioso para enfrentar o norte-americano, Belfort fez questão de reforçar sua confiança em retomar para o Brasil o cinturão dos pesos-médios do UFC.
- Esse cinturão já está no Brasil! - garantiu.
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