O francês Francis Carmont não é um sujeito de muitas palavras. Após fazer uma apresentação relâmpago nos treinos abertos para o UFC Fight Night no Combate: Machida x Mousasi nesta quinta-feira, o peso-médio falou com a imprensa presente ao evento em Jaraguá do Sul, e garantiu que está pronto para encarar um dos lutadores mais perigosos da categoria no UFC, o brasileiro Ronaldo Jacaré. Diante do questionamento sobre como lidaria com uma eventual ida da luta para o chão, tendo diante de si um tricampeão mundial de jiu-jítsu, Carmont garantiu que pode surpreender e finalizar Jacaré. - Tudo é possível em uma luta. Luta é luta. Posso finalizar Jacaré, claro. Ele é um dos caras mais perigosos que eu já enfrentei, tem um talento fora do comum no jiu-jítsu e estou ansioso para enfrentá-lo. Sei que ele é forte no chão, mas eu sou diferente de qualquer cara com quem ele já tenha lutado. Estou preparado para tudo. Se ele quiser trocar em pé, vamos fazer isso. Se a luta for para o chão, estarei pronto.
Amigo e parceiro de treinos de Georges St-Pierre, que estará em seu córner no dia da luta, Carmont falou sobre como conheceu e se tornou próximo de um dos maiores lutadores de todos os tempos.
- Conheci Georges St-Pierre cinco anos atrás, na França, quando um amigo em comum, Gustave Midoux, nos apresentou. Hoje ele é mais que um parceiro de treinos. É um amigo e temos passado um bom tempo juntos.
Em sua segunda vez no Brasil - a primeira foi há dez anos, no começo da carreira, quando esteve no Rio de Janeiro para treinar jiu-jítsu - Carmont garante que os gritos da torcida não serão problema para ele.
- Já lutei em outros países e ouvi vaias e xingamentos. Os gritos de "Uh! Vai morrer!" não me incomodarão em nada - finalizou.
Amigo e parceiro de treinos de Georges St-Pierre, que estará em seu córner no dia da luta, Carmont falou sobre como conheceu e se tornou próximo de um dos maiores lutadores de todos os tempos.
- Conheci Georges St-Pierre cinco anos atrás, na França, quando um amigo em comum, Gustave Midoux, nos apresentou. Hoje ele é mais que um parceiro de treinos. É um amigo e temos passado um bom tempo juntos.
Em sua segunda vez no Brasil - a primeira foi há dez anos, no começo da carreira, quando esteve no Rio de Janeiro para treinar jiu-jítsu - Carmont garante que os gritos da torcida não serão problema para ele.
- Já lutei em outros países e ouvi vaias e xingamentos. Os gritos de "Uh! Vai morrer!" não me incomodarão em nada - finalizou.
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