Para enfrentar um lutador como Lyoto Machida, que tem um contra-ataque extremamente eficiente, o ideal é evitar partir com tudo na troca de golpes, o que faz com que você se abra diante do rival. Adversário do brasileiro no UFC deste sábado, em Jaraguá do Sul-SC, Gegard Mousasi sabe bem disso e já traçou seu plano de jogo para buscar a vitória. Ele pretende usar sua principal arma, que é a trocação, mas sem qualquer tipo de afobação: - Tenho que usar a pressão inteligente. Tenho apenas que aplicar meu kickboxing. Ele é um lutador difícil. Luta de forma inteligente e não costuma fazer muita coisa, mas quando faz... Eu me sinto confortável em pé e não acho que será um problema. Sei que posso fazer meu kickboxing, então não vejo como isso pode dar errado - disse ele ao Combate.com.
Gegard Mousasi no hotel onde os lutadores estão hospedados em Jaraguá do Sul-SC (Foto: Ivan Raupp)
Bem confiante, Mousasi não vê problema nem na torcida brasileira, que costuma infernizar os adversários dos lutadores do país com os tradicionais gritos de "Uh! Vai morrer!":
- Já fui vaiado antes. Já lutei na Irlanda, na Inglaterra, na Suécia, em muitos países onde a torcida estava contra mim. Não é tão difícil. É uma luta. Eu me concentro no meu adversário. A torcida não me afeta. A experiência conta muito.
O duelo entre os dois vale muito para Lyoto Machida, já que o presidente do UFC, Dana White, declarou na semana passado que uma vitória deve colocar o brasileiro na disputa do cinturão dos médios, contra o vencedor de Chris Weidman x Vitor Belfort. No caso de Mousasi, até ele próprio acredita que vai precisar de mais uma luta. Com apenas uma atuação no UFC (vitória sobre Ilir Latifi, ainda nos meio-pesados), ele fará sua estreia na categoria de baixo.
- Vou enfrentar Machida na casa dele. Vitor Belfort já vai ganhar sua chance pelo título, então se eu vencer o número 4... Não sei onde essa vitória pode me colocar. Acho que isso tem a ver com popularidade e com o número de lutas no UFC. Acho que vou precisar de mais uma luta.
Apesar de ainda não ter lutado no novo peso, Mousasi aprovou a mudança e planeja seguir na divisão por bastante tempo. Os 93kg agora estão no passado.
- Quero me manter nessa divisão porque quero disputar o título. Com certeza será mais difícil chegar ao cinturão lá nos meio-pesados, porque há muito mais candidatos. Nos médios, vou ser muito mais forte fisicamente do que nos meio-pesados e terei mais vantagens em relação aos outros lutadores.
Antes de ter a luta contra Lyoto marcada, Mousasi pediu publicamente para enfrentar Vitor Belfort, mas o carioca recusou. Nada pessoal, só uma questão de olhar para cima, segundo ele:
- Eu só queria enfrentar o Vitor Belfort porque era uma luta que me levaria para a disputa de cinturão. Não é que eu precise enfrentá-lo. Só procuro as lutas que me levam para cima, para o título.
Por falar em Vitor Belfort, Mousasi prefere ficar em cima do muro na hora de palpitar sobre o duelo contra Chris Weiman, marcado para o dia 24 de maio, em Las Vegas (EUA):
- É uma luta difícil de se prever, porque Weidman é sólido em todas as áreas, e o Belfort vai para a trocação de forma muito explosiva. Acho que pode ir para qualquer lado.
Já fui vaiado antes. Já lutei em muitos países onde a torcida estava contra mim. Não é tão difícil. É uma luta. Eu me concentro no meu adversário.
Aos 28 anos, o lutador nascido no Irã e de nacionalidades armênia e holandesa sonha em dar orgulho para seus três países, mas admite que ainda batalha para ser reconhecido em todos, uma vez que o MMA não é um esporte popular em nenhum deles:
- Não acho que muita gente me segue na Armênia (risos). Eles me mostram algumas coisas, mas não sou popular lá. Mas eu ouço que eles se mostram orgulhosos de mim nas redes sociais. Acho que seria legal deixar o meu povo feliz. Não sou popular na Armênia, nem no Irã, nem na Holanda. Só nos EUA, porque lutei muito lá.
Gegard Mousasi no hotel onde os lutadores estão hospedados em Jaraguá do Sul-SC (Foto: Ivan Raupp)
Bem confiante, Mousasi não vê problema nem na torcida brasileira, que costuma infernizar os adversários dos lutadores do país com os tradicionais gritos de "Uh! Vai morrer!":
- Já fui vaiado antes. Já lutei na Irlanda, na Inglaterra, na Suécia, em muitos países onde a torcida estava contra mim. Não é tão difícil. É uma luta. Eu me concentro no meu adversário. A torcida não me afeta. A experiência conta muito.
O duelo entre os dois vale muito para Lyoto Machida, já que o presidente do UFC, Dana White, declarou na semana passado que uma vitória deve colocar o brasileiro na disputa do cinturão dos médios, contra o vencedor de Chris Weidman x Vitor Belfort. No caso de Mousasi, até ele próprio acredita que vai precisar de mais uma luta. Com apenas uma atuação no UFC (vitória sobre Ilir Latifi, ainda nos meio-pesados), ele fará sua estreia na categoria de baixo.
- Vou enfrentar Machida na casa dele. Vitor Belfort já vai ganhar sua chance pelo título, então se eu vencer o número 4... Não sei onde essa vitória pode me colocar. Acho que isso tem a ver com popularidade e com o número de lutas no UFC. Acho que vou precisar de mais uma luta.
Apesar de ainda não ter lutado no novo peso, Mousasi aprovou a mudança e planeja seguir na divisão por bastante tempo. Os 93kg agora estão no passado.
- Quero me manter nessa divisão porque quero disputar o título. Com certeza será mais difícil chegar ao cinturão lá nos meio-pesados, porque há muito mais candidatos. Nos médios, vou ser muito mais forte fisicamente do que nos meio-pesados e terei mais vantagens em relação aos outros lutadores.
Antes de ter a luta contra Lyoto marcada, Mousasi pediu publicamente para enfrentar Vitor Belfort, mas o carioca recusou. Nada pessoal, só uma questão de olhar para cima, segundo ele:
- Eu só queria enfrentar o Vitor Belfort porque era uma luta que me levaria para a disputa de cinturão. Não é que eu precise enfrentá-lo. Só procuro as lutas que me levam para cima, para o título.
Por falar em Vitor Belfort, Mousasi prefere ficar em cima do muro na hora de palpitar sobre o duelo contra Chris Weiman, marcado para o dia 24 de maio, em Las Vegas (EUA):
- É uma luta difícil de se prever, porque Weidman é sólido em todas as áreas, e o Belfort vai para a trocação de forma muito explosiva. Acho que pode ir para qualquer lado.
Já fui vaiado antes. Já lutei em muitos países onde a torcida estava contra mim. Não é tão difícil. É uma luta. Eu me concentro no meu adversário.
Aos 28 anos, o lutador nascido no Irã e de nacionalidades armênia e holandesa sonha em dar orgulho para seus três países, mas admite que ainda batalha para ser reconhecido em todos, uma vez que o MMA não é um esporte popular em nenhum deles:
- Não acho que muita gente me segue na Armênia (risos). Eles me mostram algumas coisas, mas não sou popular lá. Mas eu ouço que eles se mostram orgulhosos de mim nas redes sociais. Acho que seria legal deixar o meu povo feliz. Não sou popular na Armênia, nem no Irã, nem na Holanda. Só nos EUA, porque lutei muito lá.
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