Felipe Sertanejo lutou pela última vez em fevereiro, quando venceu Maximo Blanco, em Jaraguá do Sul. O combate lhe deixou com uma lesão no joelho que o preocupou, mas após descobrir que não vai precisar de cirurgia, ele pretende voltar ao octógono no máximo no início de agosto. O peso-pena chegou a recusar uma luta há um mês por não saber se estaria recuperado da lesão a tempo. Agora, aguarda contato da organização para entrar em ação novamente. - Estou treinando forte wrestling e jiu-jítsu, mas ainda tenho um incômodo no joelho. Gostaria de alguma luta até agosto. Em dois meses mais ou menos posso lutar. Precisar focar mais em mim, ficar 100%, mas se arrumarem alguma luta para o final de julho, estarei bem; Acho que vai acontecer, porque já maracaram e neguei porque não podia treinar. Não falaram contra quem seria e nem qual o evento, mas não podia aceitar como estava. Dando o aval para eles, acho que luto em um mês - disse, em entrevista por telefone ao Combate.com.
Com seis lutas pelo UFC, sendo três vitórias, duas derrotas e um empate, Sertanejo ainda não teve a chance de atuar no exterior pela organização. Todas as suas lutas foram no Brasil. Agora, provavelmente terá que ir para outro país.
- A chance de lutar no Brasil é remota. Os últimos convites que recebi seriam para lutar fora, então acho que provavelmente vou lutar fora. Mas gostaria de lutar aqui, porque em casa é melhor e não precisa viajar. Não sei se muda muito (lutar no exterior), porque os grandes lutadores hoje em dia estão fazendo lutas importantes no Brasil, viram o potencial de mídia. Não muda tanto. Muda a questão de ficar conhecido lá fora, porque nem devem saber quem eu sou. Mas não que o Brasil seja segunda divisão ou algo do tipo - afirmou.
O peso-pena também declarou que não pensa em quem pode ser seu próximo adversário, já que dificilmente costuma assistir as lutas.
- Para ser bem sincero, eu nem acompanho tanto assim (os lutadores da categoria). Fico tão focado treinando que quando chego em casa não quero nem ver luta. Falam que vou lutar e aí corro para ver uma coisa ou outra, mas não gosto de ficar vendo as lutas dos caras. Não tenho essa de escolher. Para mim tanto faz mesmo. Quanto mais o cara estiver lá em cima, melhor - concluiu.
Com seis lutas pelo UFC, sendo três vitórias, duas derrotas e um empate, Sertanejo ainda não teve a chance de atuar no exterior pela organização. Todas as suas lutas foram no Brasil. Agora, provavelmente terá que ir para outro país.
- A chance de lutar no Brasil é remota. Os últimos convites que recebi seriam para lutar fora, então acho que provavelmente vou lutar fora. Mas gostaria de lutar aqui, porque em casa é melhor e não precisa viajar. Não sei se muda muito (lutar no exterior), porque os grandes lutadores hoje em dia estão fazendo lutas importantes no Brasil, viram o potencial de mídia. Não muda tanto. Muda a questão de ficar conhecido lá fora, porque nem devem saber quem eu sou. Mas não que o Brasil seja segunda divisão ou algo do tipo - afirmou.
O peso-pena também declarou que não pensa em quem pode ser seu próximo adversário, já que dificilmente costuma assistir as lutas.
- Para ser bem sincero, eu nem acompanho tanto assim (os lutadores da categoria). Fico tão focado treinando que quando chego em casa não quero nem ver luta. Falam que vou lutar e aí corro para ver uma coisa ou outra, mas não gosto de ficar vendo as lutas dos caras. Não tenho essa de escolher. Para mim tanto faz mesmo. Quanto mais o cara estiver lá em cima, melhor - concluiu.
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