quinta-feira, 5 de junho de 2014

Wallid rebate acusações de Mário Israel: "Coisa de vagabundo, covarde"

Wallid Ismail (Foto: Ivan Raupp / GLOBOESPORTE.COM)

As acusações de Màrio Israel, de que o Jungle Fight não tem credibilidade e que só aceitaria a revanche com Jonas Bilharinho se fosse em outro evento, não foram bem digeridas pelo promotor Wallid Ismail, que subiu o tom na hora de responder ao lutador, chamando-o de covarde e vagabundo. Segundo Wallid, o atleta já estava na lista do UFC para ser contratado e só não fez sua estreia em novembro do ano passado, em Goiânia, pois, após ser cotado para substituir Lucas Mineiro e lutar contra Johnny Eduardo, o duelo acabou cancelado, pois o peso-galo da Nova União também se lesionou. - Ele é um covarde. Eu ia representá-lo no UFC. Só não lutou no UFC porque o Johnny Eduardo se machucou. Se eu tivesse que ter interesse em alguém para ganhar, seria nele. Não me meto em resultado, em nada. Que vença o melhor. Eu já tinha falado sobre ele com o Sean (Shelby, matchmaker do Ultimate). O Johnny Eduardo ia lutar, e o cara se machucou, aí o Sean me ligou para pegar ele. Esse cara é covarde. Coisa de vagabundo. O nome dele já estava no UFC, então como ele pode dizer que o evento não tem credibilidade? Pelo contrário, o evento tem muita credibilidade. Não interfiro na arbitragem e só boto lutador para lutar contra os melhores - disparou.

Wallid não parou por aí e acusou Mário Israel de não aguentar a pressão após perder o título do peso-galo do Jungle Fight, mas desejou sucesso para o lutador em sua carreira, liberando o atleta de qualquer compromisso com o evento.

- Ele não aguentou a pressão. Foi uma grande covardia da parte dele. Acho que ele está sendo injusto, porque não teve roubalheira. A luta não foi esse escândalo que ele diz. No final do terceiro round, achei que ele tinha perdido, mas depois, pela televisão, vi que realmente a luta foi muito duvidosa e por isso decidi dar a revanche para ele. Ele não querer é um direito dele e também o libero de qualquer compromisso que ele tenha com o Jungle. Que viva a vida dele e tenha ótima carreira. Mas acredito que ele não aguentou a pressão. Acusar a organização é covardia. Se quiser falar do corpo de arbitragem, que pertence a uma associação independente, que eu nem me meto e não tenho nada a ver, é uma coisa. Mas acusar a organização é uma grande covardia, até por todo o apoio e respaldo que sempre demos a ele. Com a minha experiência de mais de 30 anos no meio da luta, sabia que aquela choradeira toda só poderia resultar nisso. Tem lutadores que ficam mais fortes com uma derrota e tem outros que se abalam totalmente, o que acho que foi o caso dele - concluiu.

Sem comentários:

Enviar um comentário