A polêmica sobre a reposição hormonal feita por Vitor Belfort em suas últimas lutas continua. Ainda sem saber se poderá fazer a terapia de reposição de testosterona (TRT) para a disputa de cinturão do peso-médio do Ultimate, dia 24 de maio, no UFC 173, em Las Vegas, já que a Comissão Atlética de Nevada não costuma aprovar o tratamento para atletas que foram pegos no antidoping no passado, o brasileiro declarou que acredita que será liberado, já que, de acordo com ele, "é uma coisa médica". Nesta segunda-feira, durante participação no "Tá na Área", o líder da Nova União, Dedé Pederneiras, saiu em defesa de Vitor já que, na opinião do treinador, se o TRT é liberado por outras comissões, não faz sentido apenas Nevada não permitir. Para Dedé, caso não se chegue a um consenso, o melhor a fazer é mudar o local da luta para outro estado. - Acho o seguinte: se foi permitido por uma comissão, e o UFC aceitou isso, não ser permitido por uma outra comissão é uma coisa complicada. Por que uma comissão prevalece sobre a outra? Ou não dá para ninguém ou fica aberto para todo mundo. Acho que ele já demonstrou que tem necessidade de fazer a reposição, foi a médico, comprovou com exames, então não vejo porquê não liberar, desde que controlado. Não deve passar do limite e ele deve fazer os exames necessários. Se não pode na comissão de Nevada, que a luta seja transferida para outro lugar para que isso possa ser feito. Já que é uma necessidade médica, não é nem uma melhora de desempenho que ele possa ter - afirmou Dedé.
- Concordo com o Dedé. Se em uma comissão de um lugar pode, por que na outra não pode? Já fez e depois não pode fazer? Coloca em um lugar que possa para ele ser liberado pelo médico e pelo UFC e lute nas melhores condições - disse.
Dedé ainda rechaçou as críticas de que Vitor Belfort só tem lutado no Brasil porque a comissão permite que ele faça o tratamento.
- E com relação a esse negócio de comissão é até engraçado. Falam que o Vitor luta no Brasil porque aqui pode, aceitam, mas ele luta em outros estados dos EUA que aceitam também. Não é uma determinação do Brasil, é uma determinação específica de Nevada, onde ele teve um problema realmente uma vez, mas se outros estados, que têm comissões próprias, dão direito de usar, tem que pensar em transferir a luta ou conversar com a comissão (de Nevada) e fazer com que ela entenda - concluiu o técnico.
- Concordo com o Dedé. Se em uma comissão de um lugar pode, por que na outra não pode? Já fez e depois não pode fazer? Coloca em um lugar que possa para ele ser liberado pelo médico e pelo UFC e lute nas melhores condições - disse.
Dedé ainda rechaçou as críticas de que Vitor Belfort só tem lutado no Brasil porque a comissão permite que ele faça o tratamento.
- E com relação a esse negócio de comissão é até engraçado. Falam que o Vitor luta no Brasil porque aqui pode, aceitam, mas ele luta em outros estados dos EUA que aceitam também. Não é uma determinação do Brasil, é uma determinação específica de Nevada, onde ele teve um problema realmente uma vez, mas se outros estados, que têm comissões próprias, dão direito de usar, tem que pensar em transferir a luta ou conversar com a comissão (de Nevada) e fazer com que ela entenda - concluiu o técnico.
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