É difícil prever o que Nick Diaz vai falar quando ele aparece para uma entrevista. Nesta quinta-feira, o americano participou de uma teleconferência com a imprensa para promover o UFC 183, que será realizado no dia 31 de janeiro, em Las Vegas (EUA), quando ele fará a luta principal do evento contra Anderson Silva. O americano, que é oriundo do peso-meio-médio (até 77kg), vai lutar entre os médios (até 84kg), mas ainda não está decidido se seguirá na divisão de cima ou voltará para a sua de origem.- Eu tenho que sobreviver a esta luta antes de decidir o que eu vou fazer - afirmou o atleta.
Apesar da declaração não soar muito otimista quanto ao resultado, Diaz garante que lutar como peso-médio será mais fácil do que na categoria até 77kg, já que costuma sofrer muito com o corte de peso.
- Vou me sentir um pouco mais forte e com mais energia. Certamente os dias são um pouco mais fáceis como peso-médio. Eu faço o melhor que posso para os fãs, para mim mesmo e para a minha família, independente de qualquer luta. Mas, quando eu luto nos meio-médios, principalmente quando luto três vezes por ano, não tem como eu estar 100% em todas estas lutas. Nunca estou 100% em nenhuma delas, porque é difícil ter a preparação perfeita para lutar, cortar peso para bater 77kg e estar na melhor forma para treinar e fazer esse corte.Como peso-médio, tenho menos problemas com a minha energia. Agora estou aproveitando muito os treinos de MMA, de jiu-jítsu, mas lutar é um trabalho duro. É um emprego difícil de se ter - declarou o americano.
Quando perguntaram para Nick Diaz se ele viu aos confrontos entre Anderson Silva e Chris Weidman, o lutador disse ter assistido todas as lutas que pôde do brasileiro "para ver se tem algo que vá ajudar". Entretanto, ele aposta mesmo na sua versatilidade para sair com a vitória no dia 31 de janeiro.
- Eu diria que estilisticamente eu sou um bom lutador. Não sou apenas um lutador unidimensional, então eu acho que isso vai me ajudar em qualquer luta. Meu ponto forte é ser mais versátil - analisou, antes de dizer que não tem opinião formada sobre se, em caso de vitória, se credenciará para disputar o cinturão dos médios ou dos meio-médios.
Apesar da declaração não soar muito otimista quanto ao resultado, Diaz garante que lutar como peso-médio será mais fácil do que na categoria até 77kg, já que costuma sofrer muito com o corte de peso.
- Vou me sentir um pouco mais forte e com mais energia. Certamente os dias são um pouco mais fáceis como peso-médio. Eu faço o melhor que posso para os fãs, para mim mesmo e para a minha família, independente de qualquer luta. Mas, quando eu luto nos meio-médios, principalmente quando luto três vezes por ano, não tem como eu estar 100% em todas estas lutas. Nunca estou 100% em nenhuma delas, porque é difícil ter a preparação perfeita para lutar, cortar peso para bater 77kg e estar na melhor forma para treinar e fazer esse corte.Como peso-médio, tenho menos problemas com a minha energia. Agora estou aproveitando muito os treinos de MMA, de jiu-jítsu, mas lutar é um trabalho duro. É um emprego difícil de se ter - declarou o americano.
Quando perguntaram para Nick Diaz se ele viu aos confrontos entre Anderson Silva e Chris Weidman, o lutador disse ter assistido todas as lutas que pôde do brasileiro "para ver se tem algo que vá ajudar". Entretanto, ele aposta mesmo na sua versatilidade para sair com a vitória no dia 31 de janeiro.
- Eu diria que estilisticamente eu sou um bom lutador. Não sou apenas um lutador unidimensional, então eu acho que isso vai me ajudar em qualquer luta. Meu ponto forte é ser mais versátil - analisou, antes de dizer que não tem opinião formada sobre se, em caso de vitória, se credenciará para disputar o cinturão dos médios ou dos meio-médios.
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