A história de Thiago Marreta no UFC se resume a menos de dois minutos: uma derrota em 47 segundos para Cezar Mutante e uma vitória em 53 segundos contra Ronny Markes. Com pouco tempo sobre o octógono, o carioca terá pela frente, no UFC 175, o lutador conhecido como "Homem Ambulância" do TUF 17, Uriah Hall. Apesar de toda a empolgação que as vitórias de Hall causaram no reality show do UFC - quando mandou quatro adversários para o hospital -, suas lutas já como contratado do maior evento de MMA do mundo não fizeram jus ao que se esperava dele. Após perder a final do programa para Kelvin Gastelum, Hall foi novamente derrotado por John Howard antes de conseguir sua primeira vitória, contra Chris Leben. Para Marreta, no entanto, Hall merece respeito.
- O Hall é um cara duro e tem que ter respeito por ele. Fez uma boa temporada no TUF, mas ainda não mostrou muito serviço no UFC. Acho até que ele vai querer mostrar, mas eu estou aqui pra não deixar. Que ele mostre depois de mim, e não comigo. Eu treinei de tudo, mas como ele não é um especialista em chão nem em luta agarrada, eu não precisei dar tanta ênfase no jiu-jítsu nem ao meu chão como eu fiz contra o Ronny Markes. O treino foi mais livre, sem a necessidade de focar em um ponto específico.
Dividindo, desde a derrota para Mutante, seu período de treinos em 45 dias no Rio de Janeiro e outros 40 em Miami, nos EUA, Marreta garante que o tempo em terras americanas lhe ajuda muito pela disponibilidade de material humano, e também pelo foco que consegue dar na sua preparação.
- Hoje estou em uma crescente, me dedicando muito ao MMA e ao aprendizado, principalmente aqui nos EUA. Tem sido ótimo treinar aqui, tem muito material humano e eu fico muito mais focado. No Brasil eu tenho que dividir o meu tempo entre treinar e dar aulas, o que acaba tirando um pouco o foco na competição. Aqui eu fico muito mais concentrado nos treinos e em descansar, e estou em uma academia enorme, a American Top Team, que tem atletas de diversos lugares treinando lá, e isso ajuda muito.
Com apenas duas lutas no UFC, e fazendo a sua estreia fora do Brasil, estar em um dos cards mais importantes do ano, no feriado da Independência Americana, foi visto pelo brasileiro como um presente.
- Estar em um card como esse dá um ânimo muito grande. É uma oportunidade única, na minha primeira luta internacional, poder representar meu país em um evento tão grandioso. Eu sou tranquilo normalmente. Aqui fora quem fala é o Thiago, mas quando fecha a grade quem luta é o Marreta, que é uma pessoa totalmente diferente. Estou feliz demais pelo momento da minha carreira. Quando eu soube que iria lutar no UFC 175 eu fiquei amarradão (risos). Ainda mais sendo contra o Uriah Hall, que bem ou mal, nos altos e baixos dele, é um cara que tem um nome, tem seu valor e contra quem eu espero ir muito bem. O meu final perfeito é um nocaute, no melhor estilo Marreta, marretando ele ali por baixo até o juiz mandar parar.
- O Hall é um cara duro e tem que ter respeito por ele. Fez uma boa temporada no TUF, mas ainda não mostrou muito serviço no UFC. Acho até que ele vai querer mostrar, mas eu estou aqui pra não deixar. Que ele mostre depois de mim, e não comigo. Eu treinei de tudo, mas como ele não é um especialista em chão nem em luta agarrada, eu não precisei dar tanta ênfase no jiu-jítsu nem ao meu chão como eu fiz contra o Ronny Markes. O treino foi mais livre, sem a necessidade de focar em um ponto específico.
Dividindo, desde a derrota para Mutante, seu período de treinos em 45 dias no Rio de Janeiro e outros 40 em Miami, nos EUA, Marreta garante que o tempo em terras americanas lhe ajuda muito pela disponibilidade de material humano, e também pelo foco que consegue dar na sua preparação.
- Hoje estou em uma crescente, me dedicando muito ao MMA e ao aprendizado, principalmente aqui nos EUA. Tem sido ótimo treinar aqui, tem muito material humano e eu fico muito mais focado. No Brasil eu tenho que dividir o meu tempo entre treinar e dar aulas, o que acaba tirando um pouco o foco na competição. Aqui eu fico muito mais concentrado nos treinos e em descansar, e estou em uma academia enorme, a American Top Team, que tem atletas de diversos lugares treinando lá, e isso ajuda muito.
Com apenas duas lutas no UFC, e fazendo a sua estreia fora do Brasil, estar em um dos cards mais importantes do ano, no feriado da Independência Americana, foi visto pelo brasileiro como um presente.
- Estar em um card como esse dá um ânimo muito grande. É uma oportunidade única, na minha primeira luta internacional, poder representar meu país em um evento tão grandioso. Eu sou tranquilo normalmente. Aqui fora quem fala é o Thiago, mas quando fecha a grade quem luta é o Marreta, que é uma pessoa totalmente diferente. Estou feliz demais pelo momento da minha carreira. Quando eu soube que iria lutar no UFC 175 eu fiquei amarradão (risos). Ainda mais sendo contra o Uriah Hall, que bem ou mal, nos altos e baixos dele, é um cara que tem um nome, tem seu valor e contra quem eu espero ir muito bem. O meu final perfeito é um nocaute, no melhor estilo Marreta, marretando ele ali por baixo até o juiz mandar parar.

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